18 de May de 2013
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O novo centro logístico da empresa CNTLog foi inaugurado recentemente e bem recebido pelo e-commerce. Sua finalidade é atender à demanda do comércio eletrônico e seu espaço possui 4.500 m2 e capacidade para atender por volta de 7.000 pedidos diários. Situado em Barueri, o investimento torna-se importante, visto que há grande carência de infraestrutura em suportar o acelerado crescimento do comércio virtual.

A empresa CNTLog acredita que o lojista, ao optar pela terceirização do seu estoque, adquire muitas vantagens que abrem um foco maior na venda. Assumindo toda a operação logística, a CNTLog tira uma série de complicações e preocupações sobre operacionalização que o varejista normalmente tem, além de despesas e custos trabalhistas, de infraestrutura e depreciação de mercadorias e, também, questões de segurança.

Para a coordenadora operacional da empresa, Patrícia Bezerra, o sistema de distribuição da empresa privilegia os mínimos detalhes e se fundamenta em referências norte-americanas. Contudo, Patrícia destaca que quando o assunto é infraestrutura para o e-commerce no Brasil, ainda existe muito trabalho pela frente, em especial no ponto mais crítico que é a malha logística em um país de dimensões continentais. A coordenadora acredita que é preciso cobrar ações por parte do poder público que priorizem melhores condições de infraestrutura em ferrovias, hidrovias, rodovias e aeroportos, já que o valor de frete cobrado no Brasil é consideravelmente elevado se comparado aos EUA, e isso causa impacto profundo nas vendas.

Fonte: ecommercenews

Já é uma atividade de sucesso no e-commerce brasileiro a união do acessível ao econômico, devido à facilidade das negociações virtuais, às possibilidades de promoções e descontos nas vendas online, que têm incentivado o consumidor a comprar.

Geralmente em datas comemorativas é que a procura por produtos em promoção se intensifica. No entanto, o interesse pela economia ultrapassa essas datas, visto que os clientes virtuais estão o tempo todo buscando boas ofertas para realizarem suas negociações. Portanto, disponibilizar descontos na loja virtual é uma boa tática para atrair ainda mais clientes.

Atualmente se fala sobre d-commerce (discount commerce), que é um termo criado para sobressair a relação e a influência exercidas pelos preços promocionais no comércio eletrônico brasileiro.

Fonte: ecommercenews

A maioria dos 100 varejistas que mais crescem em receita estão perdendo a chance de se relacionar com os clientes por e-mails personalizados de pós-venda, de boas vindas àqueles que aceitam receber mensagens comerciais (opt-in) e com os abandonadores de carrinhos, segundo um estudo feito pela ExactTarget.

Apenas 74 das 100 operações de comércio varejista que mais evoluem nos Estados Unidos afirmaram ter enviado e-mails de boas vindas aos novos assinantes. Ainda que grande parte dos comerciantes diz coletar dados pessoais dos clientes no momento do processo de venda e autorização para recebimento de e-mail marketing, somente 5% enviaram e-mails personalizados depois de uma compra o opt-in em lojas físicas, e 21% fizeram o mesmo com base nessas ações em sites de comércio eletrônico. Em outra oportunidade perdida, só 16 das 72 empresas de e-commerce (22%) enviaram e-mails para os consumidores que abandonaram os carrinhos.

Há pouco investimento em relacionamento digital pelas lojas físicas

O levantamento também mostra que apenas 39% das empresas tentam se relacionar com o cliente em lojas físicas através de meios digitais. Entre os que relacionam, a estratégia mais popular encontrada foi o envio URLs para interação no site (18%) e para participar de promoções através de redes sociais como o Facebook e o Twitter (8%).

Apesar de vários consumidores utilizarem aparelhos portáteis dentro de estabelecimentos tradicionais, somente 2% dos comerciantes enviaram cupons de desconto através do SMS. De acordo com uma pesquisa realizada pela PlaceCast, em maio de 2012, entre os consumidores que solicitaram receber SMS, 26% afirmam ter comprado o produto oferecido na mensagem, ao passo que 25% disseram ter escolhido outro.

Formulários de opt-in ficam atrás dos ícones sociais

Os varejistas parecem ser mais assertivos em relação às redes sócias: 87 dos 100 principais varejistas têm ícones de mídias sociais em suas homepages, em comparação aos 74 que possuem opção de cadastro para recebimento de e-mail. O maior destaque é do Facebook (87%), seguido pelo Twitter (84%). O You Tube (40%) e os blogs corporativos (24%) são menos utilizados. Até o fim dessa pesquisa, em abril de 2012, 14% dos comerciantes haviam exibido ícones do Pinterest em suas plataformas.

Outros dados importantes

Dos 100 varejistas, 34% enviaram de 5 a 10 e-mails para o cliente 30 dias após o opt-in, enquanto 4%  enviaram de 30 a 35 e-mails. Segundo uma pesquisa da Eloqua, a baixa frequência de envio de e-mails resulta em maiores taxas de cliques.

O estudo da ExactTarget mostra que 20% dos e-mails enviados  pelos varejistas caíram na pasta de Spam do Gmail nos primeiros 30 dias após o opt-in.

Entre os 74 comerciantes que enviaram e-mails de boas vindas, 28% mandou-os dentro de 3 dias.

Somente 33% dos varejistas estão utilizando SMS.

68 varejistas possuem plataformas otimizadas para aparelhos móveis. Destes, 56% tem recurso de cadastro de e-mails pelo site, ao passo que pouco menos da metade investe em promover ações no Facebook e Twitter.

39 possuem um aplicativo móvel.

48% das 94 companhias com páginas no Facebook realizam concursos promocionais ; outros 37% promovem-se no Twitter e Youtube, e 36% investem em sua base de inscritos.

Fonte: ecommercenews

Amecis
Cliente de loja virtual da EG desde Abril/2012
www.amecis.com.br

 

Amecis site BioStore

 

 

Amecis caixa

A Amecis é uma loja virtual especializada em embalagens para transporte.

A empresa tem como compromisso atender bem, desenvolvendo a embalagem adequada para cada finalidade, de forma que o produto fique bem acondicionado e protegido e que a embalagem seja o atrativo do seu o produto.

Atuando nesse mercado desde 1979, a Amecis possui uma equipe experiente e dedicada, formando ao lado da diretoria, uma parceria estável ao longo dos anos.

Amecis homeEssa parceria proporciona eficiência no atendimento, integrando a necessidade do cliente ao objetivo de trabalho da empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Loja Virtual Amecis>> usa Magento no seu E-commerce


 

Supriworks
Cliente de loja virtual da EG desde Fevereiro/2012
http://www.supriworks.com.br/

 

 

A loja virtual Supriworks, cliente da EG, atua na comercialização de equipamentos de segurança com tecnologia de ponta. Todos os produtos adquiridos pela loja virtual www.supriworks.com.br são operados pelo nosso Centro de Distribuição, localizado no Jardim Aricanduva (SP) .

Arican menor site BioStoreA empresa é uma unidade de negócios da Arican, 100% brasileira, com atuação no mercado de distribuição de equipamentos de proteção e suprimentos industriais desde 1993. A busca contínua pela inovação em seu processo de distribuição é um dos diferenciais da loja que, além de oferecer atendimento diferenciado e personalizado, visa a otimização de custos e a satisfação total de seus clientes.

A Supriworks é referência no mercado de distribuição de equipamentos de proteção e suprimentos industriais. A loja física oferece produtos que promovem segurança e bem-estar aos consumidores, com uma equipe de profissionais motivados e capacitados para respeitarem os princípios éticos, sociais, econômicos e ambientais.

Produtos

Com ampla variedade de produtos provenientes dos mais conceituados fabricantes nacionais e internacionais, a Arican, como também é conhecida, supri todas as necessidades de sua empresa em todos os segmentos e normas regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho. Os fornecedores são criteriosamente selecionados para oferecer total segurança quanto à qualidade dos produtos, logística, inovações tecnológicas e padrões de sustentabilidade.

Todos os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI’s) distribuídos pela loja possuem certificado de aprovação (C.A.) válido, emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (M.T.E).

Arican homeServiços

Suporte técnico - Equipe técnica à disposição dos clientes para sanar quaisquer dúvidas referentes à aplicação e correta utilização dos produtos distribuídos.

Contratos de Fornecimento / Lojas In Company - Desenvolvimento de projetos com suprimentos sob medida para empresas, visando redução de custos total do processo de compras e do número de fornecedores, promovendo a simplificação na estrutura de abastecimento. No sistema de lojas in company, possuem um estoque a custo zero e eliminação de custos de inventário, garantia total, rastreabilidade dos produtos adquiridos, além de colaboradores treinados para atendimento e suporte técnico no local.

Personalização de Equipamentos - A empresa executa serviços de personalização de equipamentos com a logomarca ou tema de sua empresa.

Logística - A Supriworks investe significativamente no desenvolvimento logístico como chave de sucesso para maior agilidade na entrega de produtos e disponibilidade de estoque a pronta entrega. Estão preparados para atender sua empresa em qualquer lugar do país com os menores prazos de entrega. Com os mais modernos sistemas de gestão de estoque e armazenagem, a empresa disponibiliza a opção de trabalhar com estoque regulador, para garantir o atendimento de contratos de fornecimento.

 

Loja Virtual Supriworks>> usa Magento no seu E-commerce

 

 

ABC Moto Aventura
Cliente de loja virtual da EG desde Dezembro/2011
http://www.abcmotoaventura.com.br/

 

 

A ABC Moto Aventura é uma loja especializada em roupas e acessórios para motociclistas, que desde 2002 marca presença no mercado . Além de contar com a loja virtual www.abcmotoaventura.com.br, possui uma oficina multimarcas especializada em motos de grandes cilindradas.

Confira o histórico da loja narrado pelo sócio/diretor Walter Yamada:

Abril de 1976

Era meu aniversário. Meu pai me deu um presente muito especial. Uma Yamaha RD 50 1972. Foi inesquecível. A paixão foi tanta que no mesmo ano comprei uma RD 75 1975, com meu próprio dinheiro.

Fevereiro de 1979

Meu pai me chamou pra ver uma moto. A CG 125 1978 azul era linda. Estranhei, pois a grana era muito curta naqueles duros tempos.

Quase morri quando fomos ao banco pegar dinheiro. Levei a poderosa até em casa tremendo como uma vara verde. Dormi com ela. Acordei no meio da noite e pensei que fosse um sonho. Dormi de novo. Abri o olho de manhã e estava abraçado com a CG. Era tudo real.

Outubro de 2002

Nei funda, em São Bernardo do Campo, a Neizão Moto Aventura. Realizei outro sonho: abrir um negócio envolvendo minha paixão.
Novembro de 2003

A loja é transferida para novo endereço, na Av. Senador Vergueiro, 3607, também no Rudge. Onde está localizada até hoje.

Maio de 2009

Reforma e reinauguração da loja na Senador Vergueiro. O nome muda para ABC Moto Aventura. A partir desse momento a ABC tem uma butique especializada em equipamentos para motociclistas aventureiros. “Meus primos Nilson Magna e Rubão me ajudaram a transformar a pequena Neizão numa loja de verdade.

Novembro de 2011

Entrei no negócio com planos de transformar a ABC numa megaloja de produtos para motociclistas, com oficina multimarcas equipada com ferramentas de última geração. Nosso principal objetivo é atender nossos clientes com os melhores serviços e os melhores produtos.

Principais negócios

Butique Loja especializada em capacetes, jaquetas, calças, luvas, botas e acessórios para motociclistas e motocicletas.

Oficina Multimarcas

Oficina especializada em motos de todos os estilos: custom, trail, naked e speed: revisão, limpeza de bicos e carburadores, substituição de peças como pastilhas e lonas de freio, velas, cabos, caixa de direção, rolamentos de roda etc..

Troca de óleo

Espaço reservado para troca de óleo e filtro.

Lava-moto

Boxe para lavagem, com água quente e produtos de limpeza que não atacam a motocicleta.

Motoaventuras

Organização de passeios motociclísticos no Brasil e no mundo.

 

Loja Virtual ABC Moto Aventura>> usa Magento no seu E-commerce

 

Ultimamente, o e-commerce brasileiro tem passado por um grande crescimento. Segundo uma pesquisa feita pela e-bit, empresa de análise de informações do varejo on-line, a área alcançou um faturamento de R$ 18,7 bilhões em 2011, valor 26% superior a 2010 e acrescentou durante o ano 9 milhões de novos consumidores, 61% deles provenientes da classe C, que chegaram com sede nas lojas virtuais devido ao aumento do acesso à banda larga e o crescimento do poder aquisitivo. Visando as boas ofertas e com maior poder de negociação, esses últimos consumidores descobriram a facilidade, o conforto e as vantagens, incluindo os melhores preços de comprar pela web. No entanto, essa rápida evolução do comércio eletrônico e de novos modelos de negócios, como as compras coletivas, que resultaram em 20,49 milhões de pedidos e um faturamento de 1,6 bilhão, poderão ser travados por uma ferramenta que inaugurou a indústria da internet em seus primórdios, no ano 2000: o e-mail.

A e-bit espera um aumento de 25% esse ano no e-commerce brasileiro, o que representará um faturamento de R$ 23,4 bilhões. Isso poderia ser superado se os varejistas se dedicassem aos seus programas de e-mail marketing, que são fundamentais na estratégia de geração de leads e para atrair consumidores. Todavia, ao que tudo indica, os lojistas virtuais brasileiros ainda terão de empreender grandes esforços para transformar o e-mail numa poderosa ferramenta para promoção de seus produtos e serviços. De acordo com o Estudo Global de Entregabilidade de E-mail – 2º semestre 2011, realizado pela Return Path, somente 64,5% dos e-mails comerciais chegaram às caixas de entrada dos brasileiros na segunda metade de 2011.

Do total dos e-mails trafegados no país, 22,4% foram direcionados para pasta de spam ou para o lixo, e 13,1% foram bloqueados pelos provedores (ISPs). O estudo concluiu que a média mundial de entrega de mensagens foi de 76,5%, colocando o Brasil entre os países com os índices mais baixos de entregabilidade. O nosso país ficou abaixo, por exemplo, da Ásia-Pacífico, região com o pior índice que registrou 66,5% de e-mails chegando na caixa de entrada.

Em análise por setores da economia, a indústria de Games foi a que demonstrou o pior índice de entrega de e-mails no Brasil (somente 40,1 %), seguida da Saúde (68,6%), Telecomunicações (76,9%), Varejo (79,4%), Redes Sociais (87,4%) e Bancos (98,4%). Os dados mostram que o cenário mundial também não apresentou resultados positivos. Historicamente, as taxas globais de entrega dos e-mails foram de aproximadamente 80%, com uma em cada cinco mensagens sendo direcionadas para pasta de spam ou bloqueadas. Percebe-se com o estudo que, pela primeira vez em três anos, houve uma queda de 6% no segundo semestre do ano passado, trazendo a média mundial para 76,5% contra 81% no primeiro semestre de 2011, a pior já registrada desde que a companhia iniciou o estudo.

A quantidade de e-mails encaminhados para a pasta de spam foi recorde no segundo semestre: chegou a 8,4% e as mensagens não entregues ou bloqueadas pelos filtros de provedores chegou a 15,1%, um índice 20% menor do que os seis primeiros meses do ano.

As dificuldades que os profissionais de marketing enfrentam em melhorar as performances de suas campanhas de e-mail marketing estão diretamente ligadas com a não adoção das melhores práticas para envio de mensagens, o que beneficiaria consideravelmente a reputação dos remetentes e, obviamente, incrementaria as taxas de entrega.

Uma eclosão no número de mensagens eletrônicas vem acompanhando o avanço do comércio eletrônico, o que leva os provedores a se tornarem cada vez mais exigentes para liberar suas barreiras. Esse é o grande desafio do varejo virtual nesse cenário. Para vencer, é preciso cuidar muito bem da sua reputação.

Fonte: ecommercenews

Ao comprar em uma loja virtual, o consumidor observa atentamente o custo do frete, fato que sugere um aperfeiçoamento dos comerciantes nessa questão, segundo um relatório do comScore e da UPS. Os dados mostram que, ao mesmo tempo que pesquisam para se decidir sobre a compra, os consumidores analisam também o preço do frete do produto (23% e 26%, respectivamente). Quando se trata de tipos de descontos ou promoções para atrair clientes, os que mais ganham destaque são o preço único de frete ou a sua gratuidade (que soma 54%), desconto sobre o peso (36%) e vale-descontos (11%). Ainda que as evidência demonstrem a importância do frete gratuito ou com desconto, essa ocorrência liderou a lista de áreas nas quais os compradores querem melhorias nas lojas virtuais, citada por 58% dos entrevistados. Uma grande quantidade dos consumidores também vê a necessidade de tornar mais flexível a política de retorno/trocas (42%), variedade de marcas/produtos e possibilidade de monitorar encomendas por vias online (ambos 38%).

O relatório diz que a satisfação dos consumidores na devolução/troca está acima da média em relação à sua importância e quanto à satisfação; ao passo que a disponibilidade de frete gratuito ou com desconto está acima da média em relação à satisfação e um pouco abaixo quanto à importância.

Frete gratuito é uma chave para a recomendação

De acordo com o Estudo da Experiência do Consumidor Online, quase dois terços dos consumidores afirmaram que o frete grátis os levou a recomendar a loja (63%) para algum amigo. Isso gerou mais recomendações do que outros pontos, como receber o produto no prazo (41%), devoluções sem custos (29%) e facilidades para retornos e trocas (28%).

Excessiva cobrança de frete pode espantar os clientes

Assim como os consumidores podem trazer outros para comprar na loja devido a descontos no frete, eles podem punir os lojistas por cobranças exorbitantes. Entre os entrevistados que largaram suas compras  antes da finalização, um dos principais motivos para isso era o custo do transporte tornar o preço final maior do que o esperado, representando 55% das respostas.

Política de retorno é fundamental

Outras descobertas da comScore mostram que 63% dos usuários buscam por uma boa política de devolução antes de realizar a compra online, e mais de 3 a cada 5 consumidores já devolveram um produto comprado na internet. Uma política de retorno de fácil assimilação leva quase metade dos entrevistados a comprar com maior frequência na mesma loja e recomendá-la a um amigo. Isso também significa uma grande vantagem competitiva, visto que 35% dos entrevistados disseram que abandonariam uma loja virtual que  tivesse um processo de devolução mais complexo.

Fonte: ecommercenews

 

Ultimamente, as lojas virtuais têm enfrentado muitos desafios diferentes, desde a concepção até a manutenção diária. Tendo isso em vista, foram selecionadas dicas, com base nos comércios eletrônicos bem sucedidos, a fim de que se adquiram vantagens sobre a concorrência.

Tenha um processo de compra eficiente

Os usuários que estão visitando o site precisam de praticidade e eficácia na hora da compra. Alguns sites de e-commerce pecam nesse quesito, o que ocasiona o abandono do carrinho e a desistência do consumidor de obter o produto. Por isso, os visitantes não devem perder tempo dando muitos cliques. A execução da compra tem de ser rápida e clara.

Faça da sua empresa um diferencial no mercado

Na sua estratégia você tem de elaborar uma forma de diferenciar o seu negócio. Uma empresa de comércio eletrônico precisa ter em mente que não pode esperar que realizará todas as suas vendas para todo o mundo. E é a partir daí que o diferencial da empresa pode ser desenvolvido, por exemplo, buscando uma solução para algum problema que os clientes enfrentam – de preferência, algum que ainda esteja irresoluto.

Assegure o bom desempenho da sua logística

Geralmente, a entrega do pedido ocorre distante da visão do lojista e, consequentemente, as falhas, quando acontecem, são sentidas pelos clientes. Erros na entrega, como: mercadoria danificada, entrega atrasada e falta de mercadoria podem fazer com o que o cliente nunca mais retorne. É imprescindível, portanto, que o acompanhamento e o feedback do fechamento do pedido sejam feitos para confirmar o êxito do processo.

Seja sábio ao utilizar a tecnologia

Não é pelo motivo de todos estarem fazendo o mesmo que você terá de fazer também. Muitos utilizam determinadas tecnologias de maneira errada. É o exemplo de algumas empresas que criaram blogs um tempo atrás e, atualmente, estão jogados às traças. Para ter um bom funcionamento das tecnologias no seu e-commerce, faça uma análise antes de pô-las em uso e certifique-se de que você quer atingir fins comerciais.

Produza rendimento satisfatório

Tenha muita atenção à gestão de custos, pois, tendo controle, ficará mais fácil administrar os novos projetos que você pretende colocar em prática. O que não ocorre com algumas empresas que, não atentas a isso, conferem grandes descontos e acabam não tendo lucros relevantes para sua loja virtual. Assim como outras empresas optam por preços elevados e terminam da mesma forma. Logo, somente aquelas empresas de comércio eletrônico que tiverem um bom controle de processos de custos é que conseguirão ter um equilíbrio e sobreviver.

Fonte: ecommercenews

Em 2010 e 2011 no Brasil, o comércio eletrônico gerou uma receita de U$ 25 bilhões, o que representa um aumento de 43% sobre os dois anos anteriores e coloca o país como o maior responsável pelo número de vendas do setor na América Latina.

De acordo com a pesquisa feita, essa elevação das vendas se deu a fatores, como: confiança do consumidor no momento da compra, reformas governamentais que contribuíram para incentivar o comércio eletrônico e maior uso dos meios de pagamentos eletrônicos, como cartão de crédito. Dados que mostram a possibilidade de um aumento de clientes futuramente.

No ranking dos países da América Latina e do Caribe, no que diz respeito ao total de compras através de E-commerce, o Brasil lidera com 59,1% das vendas. A seguir, o estudo destaca o México, com 14,2%, depois a Argentina, com 6,2%, o Chile, com 3,5% e, por último, a Venezuela, com 3,3%.

A pesquisa estima um crescimento de 26% no comércio eletrônico da América Latina para 2012. No ano seguinte, a previsão é de que haja uma expansão de 28,5% do setor de loja virtual na região.

Fonte: convergenciadigital

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