26 de May de 2013
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Aproximar os clientes através das mídias sociais está reforçando o caráter de atendimento das empresas, além aprimorar a comunicação entre os públicos e organizações.

A utilização das redes sociais como ferramenta de marketing de relacionamento, está servindo como um importante canal de comunicação entre clientes e empresas, por consequência de mudanças no Comportamento do Consumidor.

Apesar de existir uma lacuna entre a cultura das redes sociais (ambiente livre e de ampla circulação de informações) e a cultura de comunicação interna de diversas organizações (controlada e lenta) as empresas já têm utilizado as redes sociais como um canal de comunicação com o mundo exterior.

Na maioria das vezes, as redes são utilizadas para expressar opiniões com liberdade e fortalecer a comunicação sem fronteiras. Não somente os usuários, mas também as empresas devem ser proativas na comunicação e atualizar seus perfis nas principais redes – Facebook, Twitter, Youtube, Google Plus e etc.

Esse hábito permite um bom relacionamento com clientes, uma vez que as mensagens emitidas pelas organizações sejam verdadeiras, de interesse de seus públicos e de fácil compreensão. Com isso, se torna possível estimular discussões e criar um ambiente legítimo de relacionamento com os clientes.

Importante lembrar que, se o consumidor não considerar a fonte confiável, se não encontrar benefícios concretos no relacionamento com a marca ou sentir que a empresa não é coerente (de acordo com seu discurso) provavelmente seus resultados não serão positivos.

Credibilidade e vínculo são fatores fundamentais para o sucesso de qualquer negócio. Por isso, precisamos compreender quatro características fundamentais das novas tecnologias: portabilidade, interatividade, conectividade e multifuncionalidade.  

Cada vez mais o usuário vai buscar acesso online permanente, canais de diálogo efetivos, respostas imediatas às suas demandas como consumidor e um alinhamento com os valores nos quais acredita.

Nesse contexto de transformações, o Customer Relationship Management (CRM) vem ganhando força. Quanto mais ferramentas adotar para conhecer o consumidor e atender a suas demandas explícitas e implícitas, certamente as chances de obter bons resultados aumentam.

Mesmo diante dessa modernização de interação entre empresa e clientes, não há soluções padrão para os problemas, pois as organizações são muito diferentes entre si e há diversas questões (complexas e particulares) nas esferas da governança, da tecnologia e do marketing.

Portanto, é fundamental que cada empresa encontre a sua própria forma de se relacionar com as redes sociais e seus públicos. Não basta ser “social” e contornar a superexposição das redes, é preciso compreender as novas regras de relacionamento na web e desfrutar dos benefícios.

 

Fonte: Conexão Mercado, Wikipédia.

Entenda como funciona o e-commerce e desfrute dos benefícios de comprar pela web com segurança, credibilidade e satisfação.

Atualmente, a maioria das pessoas com acesso à internet  já possuem conhecimento sobre o e-commerce ou utilizam este meio. No Brasil, há cerca de dez anos esta prática ganha força no mercado nacional e o comércio eletrônico evolui em todos os seus aspectos, desde a qualidade e quantidade de lojas virtuais (que aumentam a oferta de produtos e serviços através do meio eletrônico) até às questões envolvendo segurança, privacidade de dados, etc.

Para muitos usuários, as compras virtuais são realizadas sem muito conhecimento e, com isso,  é importante ter cuidado em relação às transações online. Sendo assim, para que o comércio eletrônico permaneça em constante crescimento, o conhecimento dos usuários sobre o e-commerce e como ele deve ser praticado é necessário ao seu desenvolvimento.

Para melhor entender melhor o funcionamento do comércio virtual, listamos algumas definições que estão relacionadas ao e-commerce:

E-commerce: tipo de transação comercial feita através dos meios eletrônicos, que utiliza  o ambiente da web para a venda e compra de produtos e serviços.

Dependendo das partes envolvidas no negócio pode ter até três tipos:

B2B ou Business to Business – Onde empresas entabulam negócios com outras empresas, através de seus sites. Exemplo: fábricas vendendo para distribuidores, ou empresa prestando algum tipo de serviço para outra.

B2C ou Business to Consumer – Onde empresas oferecem serviços e bens aos consumidores em geral (pessoas físicas ou jurídicas), que são os destinatários finais desses produtos e serviços. Esse é o tipo que mais ocorre no mercado eletrônico.

C2C ou Consumer to Consumer – Onde a transação ocorre entre consumidores com a intermediação de alguma empresa que serve como meio para a concretização dos negócios. Exemplos: leilões online.

Produtos/serviços online: Os produtos e ou serviços que podem ser comercializados através do comércio eletrônico podem ser classificados da seguinte forma:

Digital – Qualquer coisa que possa ser enviada diretamente ao consumidor via internet ou outra rede. Exemplo: Software, vídeo, música, notícias, documentos, cursos…

Físico – Qualquer coisa que exija o envio da mercadoria através de um processo logístico. Exemplo: roupas, medicamentos, cds, livros, brinquedos, equipamentos diversos…

Termos e Condições de Uso: normas sobre a utilização do site (cadastro do usuário até as suas condições de compra, troca de produtos e serviços adquiridos e a sua política de privacidade). A sua leitura é fundamental antes do início de qualquer operação de compra e transferência de informações pessoais.

Compras coletivas: comércio eletrônico onde há necessidade da formação de grupos de consumidores para a aquisição de produtos e serviços que são ofertados com preços especiais. Exemplos: PeixeUrbano, ClickON etc.

Selos de Segurança: selos que buscam garantir a segurança de páginas web, especialmente de comércio eletrônico. Esses “selos” são geralmente vendidos em conjunto com algum serviço de análise de segurança. A utilização de sites de e-commerce exige a observação por parte do usuário da existência ou não destes tipos de sistemas de segurança, vez que dados sigilosos serão fornecidos nas transações virtuais.

Prestando atenção nesses pontos, o usuários já conseguem avaliar se o site de compra em que está navegando oferece as condições necessárias para uma transação segura. Além da segurança do site, levar em conta a credibilidade do site e do fornecedor que está oferecendo seus produtos ou serviços também ajudam a efetuar uma compra virtual segura e com diversos benefícios.

E para melhor compreender sobre Comportamento do Consumidor, os Fatores de ConsumoPesquisa de Marketing e Pesquisa do Consumidor navegue pelo nosso blog!

Fonte: Filial Nacional

Para melhor entender o Comportamento do Consumidor  na web, um estudo da Forrester Research (Centro de Pesquisa em Tecnologia) analisou nos Estados Unidos o processo das vendas no e-commerce e quais estratégias têm melhor aceitação pelo público: promoções (preços competitivos) e frete grátis.

Já uma Pesquisa do Consumidor  da Parago indica que 70% dos consumidores se tornaram mais sensíveis aos preços no último ano, sendo que a maioria dos entrevistados (98%) optam por comprar em estabelecimentos que oferecem os menores preços.

Ao contrário do que imaginavam os especialistas, as mídias sociais não possuem muita relevância para estimular as vendas no e-commerce. Um exemplo é o Facebook, que segundo a pesquisa da Forrester, menos de 1% dos norte-americanos compraram através dos anúncios do site. Porém, não chega a ser irrelevante em termos de divulgação das marcas, já que mais de 40% dos usuários acessam a rede diariamente.

Esta visão sobre a efetividade do Facebook não é compartilhada por Frederico Trajano, Diretor Executivo de Vendas e Marketing do Magazine Luiza. “O social commerce feito nos Estados Unidos é diferente do Brasil. Aqui as ofertas partem da marca para as pessoas. No Brasil, e com o nosso modelo Magazine Você, é de pessoa para pessoa”, explica o executivo. O social commerce desenvolvido pelo Magazine Luiza tem uma taxa de conversão 50% maior que a loja online. Sem falar em número de faturamento, Trajano conta que há mil vitrines montadas do modelo online, todas de parentes de funcionários.

Dentre os principais Fatores de Consumo, segundo resultados de um levantamento realizado pela RIS News e Cognizant, quando se trata de comprar bens de consumo não duráveis, as pesquisas na internet são muito menos utilizadas do que os métodos tradicionais. De acordo com a pesquisa, antes de comprar produtos de saúde, alimentos e beleza a maioria das pessoas optam por analisar as informações contidas nas embalagens das mercadorias (sendo pontuado em 4,2 em uma escala de frequência de 5 pontos), seguido por materiais impressos (3,5) e ícones ou mídias interativas expostas nas gôndolas (3,3). Redes sociais (1,3) e aplicativos de m-commerce para smartphone (0,6) tiveram baixa repercussão entre os respondentes.

Já quando se trata de pesquisa de produtos eletrônicos, roupas e material de escritório, a internet ainda reina absoluta. Pesquisas em motores de busca e em sites de classificados foram classificados como os recursos mais utilizados (2,6), à frente dos materiais impressos (2,4), lojas virtuais (2,4) e das informações fornecidas na embalagem do produto (2,3). Novamente as informações publicadas nas redes sociais (1,4) e em aplicativos móveis (0,7) tiveram baixa relevância.

Fonte: E-commerce News e Wikipédia

 

Conhecido como o processo de analisar uma organização por diversos ângulos, o Planejamento de Estratégia busca definir os rumos da empresa, através de um direcionamento de ações estratégicas e concretas. O instrumento adotado é o denominado “Planejamento Estratégico”.

O primeiro passo trata da elaboração das maneiras de atingir objetivos, através das estratégias.  As estratégias são geralmente reunidas e descritas em um plano, que nada mais é do que uma consolidação de ideias, que por si só não produzem resultado, se não houver a implantação dessas estratégias.

O plano estratégico também reúne informações quanto:

- à missão da organização (qual a razão de ser; para que servimos);

- à visão (onde queremos chegar como instituição);

- aos valores (quais são nossas premissas quanto às atitudes para alcançar nossa visão);

- à estratégia (como faremos para alcançar nossa visão);

- aos objetivos estratégicos (ações que precisamos conduzir e que comporão a estratégia).

Fundamental observar que a estratégia precisa ser constantemente revista e reformulada, já que todo o processo não é construído apenas por questões concretas e sim, fruto de mecanismos complexos e de fatores, muitas vezes imprevisíveis.

Com isso, o principal desafio da gestão estratégica se refere à sua efetividade prática no alcance dos objetivos e na sua capacidade de alinhamento das estratégias. Como parte da função de gestão, planejamento, execução, monitoramento, avaliação, ajustes e reajustes são fundamentais para atingir resultados.

Fonte: Site Gestão Estratégica, Wikipédia.

Conheça três estratégias para atingir seu público.

Compreender o Comportamento do Consumidor é identificar os principais motivos que levam às pessoas a consumir, aspecto fundamental do processo de Marketing - no qual busca atender as necessidades dos clientes.

Diversos fatores são importantes para transmitir a ideia de que o produto ou serviço atende o desejo do consumidor ou, simplesmente, despertar a curiosidade de experimentar. Para isso acontecer é preciso conhecer um pouco mais sobre a personalidade dos clientes e buscar uma relação entre as diferenças de consumo, com base nas características do perfil dos públicos de interesse.

Após a identificação do perfil dos clientes, variadas estratégias de marketing podem ser desenvolvidas e aplicadas aos diferentes perfis de consumidores. Públicos que possuam identificações em comum são agrupados e a eles são destinadas abordagens de seus interesses. Com isso, surgem os bancos de dados por nichos, com divisões por sexo, idade, posição social, hábitos de compra, dentre outros aspectos de perfil de públicos.

Com estas informações é possível definir estratégias e direcioná-las conforme o interesse dos consumidores. Através de ferramentas de comunicação e marketing, somada a facilidade de acesso aos meios de comunicação – em especial a internet, televisão e impressos – os públicos conhecem os novos produtos antes mesmo do seu lançamento no mercado.

Neste sentido, a questão da motivação aos consumidores cabe aos profissionais de marketing, que por meio das campanhas de comunicação devem estimular de forma criativa o interesse para seu novo produto ou negócio. E para chamar a atenção desses consumidores são utilizadas diversas estratégias. Aqui apresentaremos três estratégias de marketing pra atingir o consumidor.

Problema x Solução: Apresenta-se um problema que possa atingir ao consumidor. Em seguida, apresenta-se o produto como meio de solução deste problema.

Realismo: Cenas da vida real, com a exposição do produto no cotidiano das pessoas. Neste caso, mostra-se como o produto tem utilidade no dia a dia, além da satisfação do consumidor, que muitas vezes são representados por pessoas famosas.

Sex-appeal: Estratégia que foca na sensualidade e sedução. Bastante utilizada em comerciais de cerveja, em ambientes de muito sol, praia, mulheres e todos ingerindo a tal bebida.

Seja qual for a estratégia escolhida, as possibilidades de atingir um maior número de pessoas são inúmeras, já que elas representam as diferentes formas de sedução pelas quais os consumidores são atingidos, conforme seus perfis e interesses pessoais.

 

Fonte: Site Ponto do Marketing

O mercado e-commerce está se tornando cada vez mais popular no Brasil e um dos motivos desse acontecimento é o crescimento em número de lojas virtuais.  Desta forma, o e-commerce está crescendo em concorrência, o  que oportuniza para os investidores dessa área a criação de diversas estratégia para conquistar a fidelização do cliente.

Uma ferramenta que pode ajudar no retorno financeiro e conquistar a fidelização dos clientes é a divulgação de um produto ou marca em mídias sociais. Para isso é preciso trabalhar cotidianamente junto aos consumidores seguindo como referência os sete itens abaixo:

1.  Esteja disponível e aberto

Se você deseja ter sua loja virtual nas mídias sociais, de forma a se aproximar mais do seu público-alvo e despertar Motivações do Consumidor, é importante estar disponível para receber todas as manifestações  de seus consumidores, sejam elas críticas ou elogios.

2. Responda às citações dos clientes
Uma vez que as manifestações são feitas, é imprescindível que o lojista responda às mesmas de forma profissional, proporcionando esclarecimentos e desenvolvendo uma boa reputação para sua empresa;

3. Agradeça seus clientes
Reconheça que seu cliente está colaborando para o crescimento de sua marca, de sua empresa; por isso, seja grato a ele ao se manifestar. Lembre-se: uma nota de agradecimento faz o cliente se sentir especial, por isso, diga “muito obrigado!” ao seu consumidor;

4. Trate cada cliente com individualidade
Seu cliente é único e quer ser tratado como tal, por isso, nada de generalizar clientes. Fale diretamente com cada um, responda a cada um segundo suas manifestações; eles aprovarão esta postura;

5. Aja de forma transparente
Isso é uma regra! Se, por acaso, ocorreu algum procedimento inesperado ou a empresa errou de alguma forma, é necessário agir de maneira transparente e se desculpar com seus consumidores, sempre que preciso;

6. Faça algo de forma exclusiva
Para encantar seus clientes, desenvolva na loja virtual promoções, sorteios, descontos, etc. Se seus clientes atingirem um determinado número de fãs no Facebook, por exemplo, homenageio-os, parabenize-os, agrade-os de alguma forma, aja com exclusividade!;

7. Obtenha feedback
O retorno das ações da empresa conforme a opinião do cliente é a forma mais eficaz para a medição do sucesso. Além disso, por vezes, os consumidores possuem sugestões valiosas que podem alavancar novos projetos da empresa, por isso, vale à pena buscar feedback de seus consumidores.

Fonte: Site Administradores.

Ecommerce Group EG SA no RIO+20

O diretor comercial da E-commerce Group SA (EG), José Carlos Terburg, recebeu um convite da Legião da Boa Vontade (LBV), para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, também conhecida como Rio+20. O evento será realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 13 e 22 junho e contará com representantes dos 193 estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), além de participantes dos mais variados setores da sociedade.

“É uma honra participar de um evento tão importante que reúne governanças internacionais na área do desenvolvimento sustentável”, ressalta o diretor da EG. Segundo ele, a participação da sociedade civil, de empresas públicas e privadas, ONGs, entre outros órgãos, é muito importante para que medidas efetivas sejam tomadas em prol da sustentabilidade do planeta.

A Conferência terá dois assuntos principais: A economia verde no contexto da sustentabilidade e da erradicação da pobreza; e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. A Rio+20 é um processo intergovernamental conduzido pelos Estados-membros das Nações Unidas, com participação da ONU e da sociedade civil.

A participação brasileira no evento está sob a coordenação da Comissão Nacional para a Rio+20, criada pelo Decreto 7.495, de 7 de junho de 2011. A ONU está credenciando as delegações oficiais, os representantes da sociedade civil e imprensa que quiserem participar do encontro.

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E-commerce Group carrinho de comprasTratando-se de comércio online, encontrar o produto desejado com preço consideravelmente justo é um sinal de compra realizada. Talvez não. A maioria dos consumidores ainda não se adaptou à necessidade de escolha das formas de entrega do produto, uma barreira que, muitas vezes, acaba influenciando negativamente o resultado da compra. Fundamental para o comércio virtual, o frete também pode se tornar a ovelha negra das vendas na web. O histórico de problemas na entrega do produto é o principal responsável pela insatisfação dos consumidores.

Uma boa forma de derrubar este muro é deixar o cliente sempre informado sobre a situação da compra. Enviar um e-mail a cada mudança de status, com confirmação de pagamento, momento em que o pedido chega à transportadora até o momento da entrega, além de um serviço de rastreamento online, ajudam a manter o cliente bem informado sobre sua mercadoria. Outra maneira muito eficaz de diminuir este problema é criar formas alternativas de envio para estimular o consumidor a não desistir da compra.
 
De acordo com o gerente de soluções da Farmácia Nova Gerty, localizada em São Caetano do Sul – SP, Mário Ribeiro, mesmo na era da tecnologia, alguns clientes ainda enfrentam grandes dificuldades ao navegar na internet. Para Ribeiro, o ideal, tanto para o consumidor quanto para a empresa, é um acompanhamento completo e objetivo do frete. “É interessante que o cliente tenha a possibilidade de calcular o frete na própria página do produto. Muitos acreditam que, ao clicar no botão de compra, serão obrigados a ficar com o produto sem ao menos saber o valor do frete”, enfatiza o gerente.
 
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A Nova Gerty (foto) possui laboratório de manipulação próprio (Foto: Comunicação EG)
 
Mário diz enfrentar dificuldades com o serviço de frete oferecido pelos Correios, devido às restrições de entrega para determinadas localidades. “O cliente acaba sendo forçado a retirar o produto na agência mais próxima. Isso influencia diretamente nas vendas online, pois, além de pagar um valor de frete muito alto em relação ao produto, o cliente perde toda a comodidade de comprar via internet”, explica.
 
Segundo pesquisa feita em 2011, pela Compete Online Shopper, os consumidores afirmam ter preferência por comprar os produtos em loja física para economizar com o frete. O preço elevado dos cálculos de frete foi apontado como uma das principais razões pela insatisfação na experiência de compra. Mais de 70% dos consumidores classifica o frete grátis como o recurso promocional mais importante nas compras online, segundo estudo apresentado em outubro do ano passado, pelo e-tailing group. Dados da pesquisa “The Connected Consumer” mostram que o serviço foi o segundo mais lembrado (70%), seguido por vendas e seções especiais (62%), disponibilidade de cupons e promoções (56%) e descontos em produtos e categorias específicas (54%).
 
Para o gerente da loja de delicatessen – produtos diferenciados que normalmente não são encontrados na maioria dos supermercados – Varanda Delivery, Leonardo Tavares, o consumidor muitas vezes acha a cobrança do frete injusta, pois no preço de venda do produto já está incluído o valor do frete. "A maioria dos consumidores chega a essa conclusão ao ver que lojas concorrentes oferecem frete grátis no mesmo produto e pelo mesmo preço, o que não ocorre em nossa loja", afirma o diretor. A Varanda Delivery possui uma equipe que representa os clientes virtuais na loja física. "São eles que separam os pedidos oriundos do site, andam pela loja como clientes, colocam as compras em caixas, separam os itens perecíveis, os itens que necessitam de refrigeração, etc.", ressalta Tavares. Segundo ele, o frete não é uma fonte de renda para empresa. "No final de todo o processo, o preço cobrado pelo frete é repassado para quem faz a entrega", comenta.
 
E-commerce Group Varanda Delivery
 
A Varanda Delivery (foto) trabalha com consumidores das classes A e B (Foto: Comunicação EG)
 
destaque matéria frete no e-commerceOutro diferencial da Varanda é que, mesmo estando localizada na cidade de São Paulo, onde o trânsito é um obstáculo para quem trabalha com pronta entrega, o pedido chega ao consumidor no mesmo dia da compra. "Levando em conta que o cliente não gastará com combustível, estacionamento e não terá que enfrentar o terrível trânsito da cidade, pagar o frete acaba não sendo injusto, pois receberão os produtos com qualidade e no mesmo dia que efetuaram a compra", finaliza o gerente.
 
Em artigo publicado no portal E-Commerce News, o consultor e instrutor da equipe do Curso de E-commerce, Alberto Valle, fala sobre a utilização do frete como fator de venda. Segundo Valle, o valor cobrado pelo serviço de frete interfere severamente na margem de lucro, influenciando também na taxa de conversão da loja. "A adoção de uma estratégia de frete grátis como fator de venda deve ser precedida por um rígido controle de custos para que o empresário não caia na armadilha de vender e ter que arcar com prejuízos operacionais”, destaca.
 
Como viabilizar o frete grátis
 
O Brasil é o país da América Latina com o custo mais elevado de frete. Para tentar diminuir esse impacto, parcerias com fornecedores em subsídios de parte do frete ou subsídios do próprio lojista podem ser cruciais. Um bom caminho para reduzir custos é procurar estabelecer contrato de exclusividade com transportadoras e até mesmo com os correios. Analisar a possibilidade de a empresa assumir os custos do frete também pode ser compensador. Outro ponto a ser levado em conta é o fator psicológico do consumidor. Estipular um custo baixo ou até mesmo fixo no frete é uma boa forma de sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra, criando, assim, um facilitador para o consumidor.
 
A loja virtual Farma Delivery, com sede física em Santo André, no ABC paulista, criou uma política de frete grátis baseada no pedido mínimo escalonado por região. “Como o Brasil é um país grande, fica complicado viabilizar o frete grátis para todas as regiões”, comenta o gerente de logística da farmácia, José Eduardo Melito. A Farma Delivery oferece um serviço de envio gratuito para a região sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná) em pedidos acima de cem reais. Para as demais localidades, o frete é grátis para pedidos acima de duzentos reais, com exceção da área de entrega própria (próxima do centro logístico), cujo valor mínimo é de cinquenta reais. “Hoje, seria impossível gerar um custo médio de envio obedecendo todas as variáveis como prazo de entrega, peso, volume, valor e região”, salienta o gerente.
 
Imagem frete Farma Delivery
 
A Farma Delivery (foto) investe na qualidade de envio de seus produtos (Foto: Comunicação EG)
 
O diretor de marketing da Farma, José Luiz de Oliveira Neto, comenta que valores altos no cálculo de frete variam muito de acordo com a região de abrangência. “Em lugares de difícil acesso, onde encontrar o produto desejado é uma tarefa complicada, o valor do frete acaba não interferindo na compra, pois a necessidade acaba sendo decisiva nestas circunstâncias”. Segundo ele, frete grátis não é sinônimo de entrega rápida. “Se o consumidor deseja uma entrega com mais agilidade, deverá pagar por estes serviços. Pensou em imediaticidade, deve-se esquecer o frete grátis”, esclarece o diretor.
 
Há quem diga que em um futuro muito próximo o conceito de frete será extinto do comércio online e a empresa que não trabalhar unilateralmente o preço final do produto enfrentará adversidades em relação à concorrência. “É importante que haja uma consciência da real necessidade da utilização do frete gratuito em lojas virtuais, mesmo que ainda não atinja 100% em vendas”. Para José Luiz, isso pode ocorrer em longo prazo. “As grandes empresas de E-commerce já vêm trabalhando nessas questões. Da mesma forma que existe o parcelamento sem juros, o frete é algo que já está no DNA do brasileiro há muito tempo”, finaliza Neto.
 
 
 
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A E-Commerce Group SA (EG) reuniu seus colaboradores em um workshop comercial, na quarta-feira (16), em Porto Alegre. O encontro foi conduzido pelo diretor comercial da EG, José Carlos Terburg (Jc), que falou sobre respeito, valores e fluxo de comunicação para obtenção de resultados.

 
 
JC (à esq.) falou sobre a relação com os clientes (Foto: Comunicação EG)
 
Segundo ele, as diferenças culturais e sociais não podem influenciar a relação de respeito entre as pessoas. “Não há como construir um ciclo virtuoso sem a relação entre as áreas. É fundamental a compreensão de valor entre as pessoas para um relacionamento respeitoso e produtivo”, destaca o diretor.
 
É cada vez mais frequente em locais de trabalho a mescla de culturas e experiências. Essa diversidade traz novas ideias e mais dinâmica às empresas. Visões diferentes, geralmente, acarretam um melhor resultado e estimulam as pessoas a dar mais unidade na exposição de ideias. 
 
 
Colaboradores participaram atentamente do workshop (Foto: Comunicação EG)
 
Para Jc, a comunicação é a ferramenta chave para o conhecimento e determinação de foco e respeito na relação empresa e cliente.  “A comunicação encurta, agiliza, soma e resolve objetivos. Para isso, deve-se traçar caminhos ágeis, com base na comunicação e no respeito, focando no resultado”, finaliza.
 
 
 
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Na última quarta-feira (09) a E-Commerce Group SA [EG] realizou em seu escritório, na cidade de Porto Alegre, um workshop sobre Magento direcionado às equipes de design e frontend. De forma descontraída, porém muito técnica, o encontro foi conduzido pelo líder da equipe de codificação de interfaces da EG, Luiz Fernando de Souza Filho. “O objetivo do workshop foi fazer com que o pessoal de design entenda melhor o poder do Magento, conhecendo suas funcionalidades e, para o pessoal de frontend, que já trabalha com isso, melhorar a percepção sobre a ferramenta”, comenta o técnico.

Luiz Fernando explora algumas funcionalidades do Magento (Foto: Comunicação EG)

Segundo ele, a plataforma do Magento é muito eficiente. “Conhecer tecnicamente suas possibilidades é importante para saber onde explorar os melhores gatilhos, desde a concepção do design até a codificação da interface de uma plataforma de e-commerce”.
 
 
As equipes de design e frontend puderam entender melhor a plataforma (Foto: Comunicação EG)
 
O Magento é um sistema de e-commerce, desenvolvido pela Varien, que está sendo cada vez mais utilizado no desenvolvimento de lojas virtuais por sua variada lista de características e possibilidades de programação. Com código livre e robusto, a plataforma oferece um ambiente estável e flexível para personalizar o website de acordo com as necessidades comerciais de cada cliente. Sua arquitetura habilita o usuário a manter controle sobre a estrutura e funcionalidade do website.
 
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