18 de June de 2013
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Aproximar os clientes através das mídias sociais está reforçando o caráter de atendimento das empresas, além aprimorar a comunicação entre os públicos e organizações.

A utilização das redes sociais como ferramenta de marketing de relacionamento, está servindo como um importante canal de comunicação entre clientes e empresas, por consequência de mudanças no Comportamento do Consumidor.

Apesar de existir uma lacuna entre a cultura das redes sociais (ambiente livre e de ampla circulação de informações) e a cultura de comunicação interna de diversas organizações (controlada e lenta) as empresas já têm utilizado as redes sociais como um canal de comunicação com o mundo exterior.

Na maioria das vezes, as redes são utilizadas para expressar opiniões com liberdade e fortalecer a comunicação sem fronteiras. Não somente os usuários, mas também as empresas devem ser proativas na comunicação e atualizar seus perfis nas principais redes – Facebook, Twitter, Youtube, Google Plus e etc.

Esse hábito permite um bom relacionamento com clientes, uma vez que as mensagens emitidas pelas organizações sejam verdadeiras, de interesse de seus públicos e de fácil compreensão. Com isso, se torna possível estimular discussões e criar um ambiente legítimo de relacionamento com os clientes.

Importante lembrar que, se o consumidor não considerar a fonte confiável, se não encontrar benefícios concretos no relacionamento com a marca ou sentir que a empresa não é coerente (de acordo com seu discurso) provavelmente seus resultados não serão positivos.

Credibilidade e vínculo são fatores fundamentais para o sucesso de qualquer negócio. Por isso, precisamos compreender quatro características fundamentais das novas tecnologias: portabilidade, interatividade, conectividade e multifuncionalidade.  

Cada vez mais o usuário vai buscar acesso online permanente, canais de diálogo efetivos, respostas imediatas às suas demandas como consumidor e um alinhamento com os valores nos quais acredita.

Nesse contexto de transformações, o Customer Relationship Management (CRM) vem ganhando força. Quanto mais ferramentas adotar para conhecer o consumidor e atender a suas demandas explícitas e implícitas, certamente as chances de obter bons resultados aumentam.

Mesmo diante dessa modernização de interação entre empresa e clientes, não há soluções padrão para os problemas, pois as organizações são muito diferentes entre si e há diversas questões (complexas e particulares) nas esferas da governança, da tecnologia e do marketing.

Portanto, é fundamental que cada empresa encontre a sua própria forma de se relacionar com as redes sociais e seus públicos. Não basta ser “social” e contornar a superexposição das redes, é preciso compreender as novas regras de relacionamento na web e desfrutar dos benefícios.

 

Fonte: Conexão Mercado, Wikipédia.

Conheça três estratégias para atingir seu público.

Compreender o Comportamento do Consumidor é identificar os principais motivos que levam às pessoas a consumir, aspecto fundamental do processo de Marketing - no qual busca atender as necessidades dos clientes.

Diversos fatores são importantes para transmitir a ideia de que o produto ou serviço atende o desejo do consumidor ou, simplesmente, despertar a curiosidade de experimentar. Para isso acontecer é preciso conhecer um pouco mais sobre a personalidade dos clientes e buscar uma relação entre as diferenças de consumo, com base nas características do perfil dos públicos de interesse.

Após a identificação do perfil dos clientes, variadas estratégias de marketing podem ser desenvolvidas e aplicadas aos diferentes perfis de consumidores. Públicos que possuam identificações em comum são agrupados e a eles são destinadas abordagens de seus interesses. Com isso, surgem os bancos de dados por nichos, com divisões por sexo, idade, posição social, hábitos de compra, dentre outros aspectos de perfil de públicos.

Com estas informações é possível definir estratégias e direcioná-las conforme o interesse dos consumidores. Através de ferramentas de comunicação e marketing, somada a facilidade de acesso aos meios de comunicação – em especial a internet, televisão e impressos – os públicos conhecem os novos produtos antes mesmo do seu lançamento no mercado.

Neste sentido, a questão da motivação aos consumidores cabe aos profissionais de marketing, que por meio das campanhas de comunicação devem estimular de forma criativa o interesse para seu novo produto ou negócio. E para chamar a atenção desses consumidores são utilizadas diversas estratégias. Aqui apresentaremos três estratégias de marketing pra atingir o consumidor.

Problema x Solução: Apresenta-se um problema que possa atingir ao consumidor. Em seguida, apresenta-se o produto como meio de solução deste problema.

Realismo: Cenas da vida real, com a exposição do produto no cotidiano das pessoas. Neste caso, mostra-se como o produto tem utilidade no dia a dia, além da satisfação do consumidor, que muitas vezes são representados por pessoas famosas.

Sex-appeal: Estratégia que foca na sensualidade e sedução. Bastante utilizada em comerciais de cerveja, em ambientes de muito sol, praia, mulheres e todos ingerindo a tal bebida.

Seja qual for a estratégia escolhida, as possibilidades de atingir um maior número de pessoas são inúmeras, já que elas representam as diferentes formas de sedução pelas quais os consumidores são atingidos, conforme seus perfis e interesses pessoais.

 

Fonte: Site Ponto do Marketing

Branding e Design são dois conceitos que constantemente são confundidos no mercado e-commerce e podem influenciar os Fatores que geram consumo. Algumas agências de design passam para o mercado ideias distorcidas do conceito de branding dificultando a compreensão da verdadeira importância e necessidade desse item para empresas.

Sendo assim, branding trata-se de um conjunto de ferramentas de marketing e comunicação voltados à construção e gestão estratégica de marcas, enquanto design é ferramenta de comunicação e marketing que, através de traços, cores e formas cria identidade visual para empresas, produtos e serviços.

Portanto, design é uma ferramenta de suma importância dentro do branding. É ele quem concretiza toda a imagem e posicionamento da marca. Cabe aos profissionais criarem produtos que sejam mais que simples identidades visuais e embalagens para aderir o conceito de branding. Desta forma, o branding que irá construir e decidir a imagem e posicionamento proposto para a marca, deixando a responsabilidade para o design de passá-las de forma atraente, clara e tangível aos diversos públicos.

Atualmente, onde a maioria dos mercados segue em direção a comoditização, cada vez mais o design se torna um diferencial competitivo e atrativo.

O bom design precisa conhecer o posicionamento da marca e saber como se diferenciar de forma competitiva e atrativa.

Fonte: Site Webinsider

 

Estudos de psicologia econômica e economia comportamental afirmam que o consumidor precisa ser estimulado a tomar decisões no consumo, necessitando de modificações nas estratégias relacionadas à preservação ambiental ou causas humanitárias.

A professora Vera Rita de Mello Ferreira, pesquisou uma nova metodologia chamada Nudge que consiste em estimular o consumidor a fazer suas escolhas e coloca-las em prática.

Em sua Pesquisa do Consumidor  Vera defende que o consumidor não faz escolhas adequadas porque não tem as oportunidades que precisa, feedback ou encorajamento necessário para fazer escolhas intertemporais, como abrir mão de uma facilidade individual no presente em troca de um benefício futuro para a coletividade.  

Um exemplo bem singelo de nudge é a política de doação de órgãos. Se o esquema fosse: todos os que querem doar devessem se manifestar para deixar isso claro, a adesão seria muito menor. Mas o sistema vigente leva em conta a tendência de o indivíduo agir por inércia, ou seja, todos são doadores a não ser que se manifestem ao contrário.

Mas, no campo ambiental, comumente existe um conflito de interesses: muitas vezes o individuo precisa se sacrificar (exemplo: deixar de usar sacolinha plástica) para a coletividade toda ganhar (haver menos resíduos impactando o ambiente). Outra grande dificuldade de se tomar a melhor escolha nessa área é o fato de não haver um deadline, um prazo determinado para a “catástrofe”. Como os impactos são diluídos no tempo, a tendência de postergação fala mais alto. Isso ainda se soma a um agravante: não há tantas oportunidades de se aprender por tentativa e erro. Decisões erradas podem comprometer o cenário ambiental para sempre, de modo irreversível.

Essas três situações mostram como, políticas de nudge se tornam ainda mais necessárias no campo ambiental.

Mas, saber que o consumidor não sabe fazer a melhor escolha não acabaria por levar à desmobilização e põe por terra os esforços voltados à educação ambiental e a campanhas de conscientização? Vera diz que existe uma combinação de abordagens, ou seja, combinar a “arquitetura de escolha” com discussões com o próprio público-alvo que vai receber os nudges, para que sejam construídos coletivamente.

A professora lembra que o nudge já existe o tempo todo: publicidade, marketing, políticas publicas e muitos serviços, públicos ou privados, já nos induzem permanentemente – e nem sempre para o bem. Por exemplo, um serviço de atendimento que deixa o cliente pendurado no telefone é um nudge poderoso que influencia na desistência da ligação.

Fonte: Site Terra Magazine.

 

Uma empresa especializada em Pesquisa de Marketing, a Eurocom Worldwide, realizou uma pesquisa que comprova que uma em cada cinco empresas de tecnologia rejeita candidatos à vagas  por causa de dados do perfil do candidato, em mídias sociais .

O estudo é anual e já havia informado anteriormente que 40% das companhias participantes checavam as redes sociais de quem tentava ingressar, mas esta é a primeira vez que foi confirmada a rejeição de candidatos por sua identidade online.

“O homem do século 21 está aprendendo que cada ação deixa um incrível rastro digital. Nos próximos anos, muitos de nós seremos desafiados pelo que tornamos público em vários fóruns sociais hoje”, disse Mads Christensen, diretor de redes na Eurocom Worldwide.“O fato de um em cada cinco candidatos ser desqualificado de uma entrevista de trabalho por conta de seus conteúdos sociais é um aviso às empresas e um verdadeiro indicativo da realidade digital em que vivemos agora”. 

Desta forma, os novos profissionais precisam ficar atentos ao conteúdo de suas páginas no Facebook, por exemplo, evitando pré-julgamentos da empresa que se quer trabalhar.  Cada vez mais os candidatos são valorizados por sua forte presença no mundo digital e reconhecidos por sua criatividade e visão de mundo expostas em blogs e perfis em redes sociais.

Os elaboradores da pesquisa aconselham os futuros candidatos a empregos, a pensarem antes de publicar algo em uma rede social, que sempre sejam positivos e construtivos, para considerar uma luta de longo-prazo pelo profissionalismo.

Uma dica para o usuário de como usar o Facebook com mais liberdade, é restringir as publicações de acordo com as listas de amigos. 

Fonte: Site IDG Now

Para qualquer elaboração de estratégia de marketing é importante conhecer as características que influenciam em uma compra. Existem quatro variáveis que descrevem muito bem as fases de interesse do consumidor. São elas Motivação, Aprendizagem, Crenças e Atitudes.

As Motivações do Consumidor participam do processo de estimular uma pessoa para que ela aja com o intuito de alcançar o objetivo desejado. A teoria mais conhecida é a de Maslow.

Os motivos podem ser classificados como: Biogênicos: são os motivos na busca da satisfação fisiológica, como comida e água. Psicogênicos: necessidades de felicidade, status, convivência social.

O grande desafio do gerente de Marketing está em descobrir quais são os fatores que despertam a motivação no seu público-alvo.

O que faz com que o consumidor se Pode ser algo ligado ao fator: Produto. Ponto de venda. Preço. Promoção. motive na aquisição do bem oferecido?

Percepção O indivíduo motivado está pronto para agir. Mas a forma como se dará essa ação depende de como ele percebe a situação motivacional. As pessoas recebem o mesmo estímulo, mas muitas vezes interpretam diferente, isso é ocasionado por três fases: Atenção seletiva. Distorção seletiva. Retenção seletiva.

Atenção seletiva Uma pessoa comum chega a receber mais de 600 impactos de anúncio num único dia. Consciente ou inconscientemente absorvemos essas chamadas, descartando as que menos nos interessa. O desafio é perceber a que tipos de estímulos respondemos. As maiores probabilidades de repostas estão interligadas aos seguintes fatores:

Os indivíduos têm maiores chances de responder a algum fato cujas necessidades de satisfação sejam atuais. Os indivíduos têm maiores chances de responder aos estímulos que podem prever. Tamanho é documento: os indivíduos têm grandes chances de responder aos estímulos que forem maiores aos habituais.

Distorção seletiva Ela ocorre quando a pessoa percebe o fato de uma forma totalmente diferente do que foi transmitido. Essa distorção, geralmente, está relacionada com as crenças e sentimentos que as pessoas carregam. Quando ocorre uma distorção é muito difícil alguma ação remediadora, considerando-se o caso como perdido.

Retenção seletiva Ela ocorre quando a pessoa retém uma informação. As propagandas que causam um bom impacto têm uma tendência maior para serem memorizados. A propaganda quando bem elabora e executada será sempre lembrada, diminuindo o tempo de exposição e por consequência, custos. Quando ela não é bem feita seu tempo de exposição terá de ser maior para fixar na mente dos consumidores.

Aprendizagem A importância de estudar o conceito de aprendizagem de uma pessoa, por exemplo ao consumir um determinado produto, nós estamos provando e em seguida o que vem a fazer aquele produto. Os profissionais de Marketing têm que observar uma demanda de produtos comprados por impulso que executam força. Ex.: O impulso de ser entendido como um estímulo, uma ação imediata.

Os modelos de aprendizagem cognitivas ( ato de adquirir um conhecimento), de uma forma de aprendizado, que tem uma determinada resposta. Com as teorias, as informações são consideradas de um modo passado, pelas quais as pessoas tenham vivido. Obs.:

Crenças e Atitudes As crenças e atitudes são adquiridas por meio da ação e da aprendizagem. Crença é um pensamento que descreve e sustenta algo para uma pessoa. Atitude é como a resistência de uma pessoa às avaliações favoráveis e desfavoráveis, aos sentimentos emocionais e às tendências de ação em relação a algum projeto ou ideia.

Sem nenhuma dúvida, as empresas estão sempre interessadas em entender e saber quais são as crenças do seu público-alvo, pois por meio delas a pessoa forma a imagem do produto ou serviço que estão no mercado.

A atitude coloca a pessoa em uma situação confortável, pois decidir tomá-la estabelece-se a economia de energia psíquica e física. Em geral, as atitudes passam por três fases, sendo: O Cognitivo: crenças ou a sabedoria/conhecimento. O Afetivo: caráter emocional da circunstância. O Conotativo: intenção de ação.

Fonte: Blog Fatores Psicológicos ,Slide Share

O relatório de Pesquisa de Marketing da empresa iPerceptions, afirma que as empresas precisam analisar e entender as necessidades dos consumidores para conseguir ampliar suas  vendas. Para chegar a essa conclusão, a empresa baseou-se na informação de que apenas 58% dos consumidores que acessaram sites de comercio eletrônico, durante o quarto trimestre de 2011, conseguiram concluir o seu objetivo.

O estudo também mostra que 22% dos entrevistados tinham a intenção de comprar em sua visita, proporção superior aos 16% que afirmaram o mesmo no quarto trimestre de 2010. 

“Embora um índice considerável de abandono seja esperado quando próximo da parte inferior do funil de compra, o fato de que quase metade dos compradores não conseguiu completar o seu propósito da visita é um pouco alarmante”, diz Claude Guay, presidente e CEO da iPerceptions. “Para uma empresa que já fatura US$ 10 milhões em vendas on-line, ver apenas 58% de seus visitantes concluindo seu objetivo significa que ela esteja perdendo um adicional de US$ 7,3 milhões em receita”, completa.

Não encontrar o produto de seu interesse (34%), mercadoria indisponível em estoque (32%), preços confusos (18%) e informações insuficientes sobre os produtos foram os principais motivos do abandono entre os consumidores com intenção de compra.

O relatório é baseado no feedback de 129.563 visitantes de 97 sites de comércio eletrônico localizados em diversos mercados do mundo.

Fonte: Site E-commerce News

 

 

A POPAI Brasil é uma associação voltada para Pesquisa de Marketing no varejo que se dedica exclusivamente ao desenvolvimento e valorização da comunicação de marketing ponto de venda. Presente no País desde 1997, a entidade não tem fins lucrativos e reúne todos os players da cadeia, incluindo a indústria de bens e consumo, o varejo, agências de comunicação e fornecedores de materiais para o ponto de venda. Fundada nos Estados Unidos em 1936, está presente em mais de 27 países.

As primeiras atividades de 2012 da associação estão programadas para o primeiro trimestre e estão associadas a pesquisas sobre o Comportamento do Consumidor. As pesquisas terão foco no canal farma e no canal pequeno varejo, que inclui mercadinhos, padarias e conveniência.

As novidades para a realização destas novas pesquisas são o direcionamento, ampliação da base de shoppings pesquisados e os métodos utilizados para concepção dos estudos, com a aplicação de pesquisas qualitativas, em cada uma das 10 cidades pesquisadas, com utilização de focus group, que consiste na reunião de consumidores para avaliação dos fatores motivadores de compra e da escolha do canal e aplicação de questionários quantitativos.

A entidade é responsável pelo Prêmio POPAI Brasil, principal premiação do marketing no ponto de venda. Criado em 1999, o objetivo é reconhecer e homenagear os melhores trabalhos de marketing no ponto de venda, ressaltando os displays, campanhas promocionais e demais peças de comunicação direcionadas aos pontos de venda. O POPAI Brasil também elabora as principais pesquisas e análises de mercado sobre o comportamento do shopper no ponto de venda.

Fonte: Portal Fator Brasil.

 

As mulheres estão liderando o ranking de perfis que acessam redes sociais. Segunda a pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado do grupo Bolsa da Mulher, mulheres entre 18 e 60 anos (63% delas), residentes no Brasil, na Argentina, no México e nos Estados Unidos, recorrem a redes sociais para adquirir informações em uma compra, sendo que 70% das mulheres entrevistadas só realizam compras na internet se a loja já for recomendada por amigo.

Os eletrônicos são os produtos mais consultados por elas nas redes – 66% consideram importante trocar informações sobre eles na web antes de adquiri-los. Sendo que 48% fazem o mesmo com revistas e livros; 47%, com músicas; 45%, com filmes e produtos relacionados a turismo; e 42%, com cosméticos. Já no caso de joias, a grande maioria delas (89%) considera ser esta uma escolha pessoal.

As brasileiras (66%) e as latino-americanas (56%) são as que mais contribuem com suas experiências em redes sociais na hora de recomendar ou não um produto ou serviço. E em todos os países pesquisados o índice de comentários positivos é maior do que os negativos. Outra semelhança entre as mulheres desses países é que 50% delas podem desistir de uma compra se um produto ou serviço não for bem avaliado nas redes sociais.

 Redes sociais que mais influenciam as decisões de compra – Na Argentina, nos Estados Unidos e no México, 87% das mulheres acessam semanalmente o Facebook, e 25% delas afirmam que já realizaram compras baseadas em comentários ou indicações de amigos dessa rede social. O Twitter aparece em segundo lugar, com 17% de influência. A publicidade também tem maior influência no Facebook: 18% das entrevistadas já compraram produtos com base em mensagens ou anúncios recebidos por esse canal. Ainda sobre o Facebook, uma em cada cinco mulheres já desistiu de uma compra por ter lido comentários negativos sobre algum produto ou serviço.

No Brasil, uma pesquisa mais recente sobre o Comportamento do Consumidor, afirma que o Facebook venceu o Orkut em números de acessos, agora é responsável por 87% dos acessos das mulheres em redes sociais.

Brasileiras em 29% já compraram com base em anúncios ou mensagem de empresas no Facebbok e 21% já deixaram de consumir algum produto em função de comentários negativos.

Fonte: Site Propaganda MS

 

A divulgação de lojas virtuais ou sites de conteúdo atinge seu objetivo quando o usuário acessa um novo endereço e consegue encontrar facilmente tudo o que procura com conteúdo claro, objetivo e exclusivo. Tudo isso se torna possível quando o criador do endereço eletrônico consegue criar um Layout moderno e com bom apelo visual.

Todas essas características que garantem sucesso nos endereços virtuais se agregam ao método da Usabilidade.

O termo usabilidade é fundamental para influenciar o Comportamento do consumidor que está diretamente relacionado com a ergonomia, uma disciplina científica que estuda as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. A intenção do estudo é tornar as interações compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.

O estudo da interação humana-computador é uma ferramenta importante nesse processo, porque avalia o usuário como um conjunto de mecanismos de processamento de informações.

O reconhecimento da usabilidade como uma ferramenta fundamental na propagação de informações na internet é uma medida necessária para obter sucesso e-commerce.

Um criador de sites precisa ter consciência de que o usuário precisa ter uma boa experiência de acesso para sentir-se motivado a fazer novas visitações. 

 

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