25 de May de 2013
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O processo de otimização de landing pages envolve muito mais que apenas SEO – Search Engine Optimization, envolve arquitetura da informação e design. A landing page ou página de entrada é a página por onde o internauta chega ao seu site e por isso precisa de cuidados especiais, conforme seu objetivo. Dentro do processo de conversão de uma determinada campanha de marketing digital, a landing pages é o elo entre o anúncio e a conversão em si. É certo que o processo de otimização de sites para ferramentas de busca desempenha um papel fundamental no marketing de busca, mas a etapa de otimização das landing pages também tem relevância em seus projetos.

O processo de otimização de landing pages começa por criar um ambiente fácil e confiável onde o visitante se sinta a vontade para prosseguir a navegação e cumprir a meta determinada por você.

Avaliando o processo de otimização de landing pages

O objetivo do processo de otimização de landing pages é conseguir a melhor taxa de conversão possível. Através do Google Analytics podemos ter esse número com uma boa margem de precisão. Uma vez estabelecido esse número, a próxima etapa dentro do processo de otimização de landing pages é se certificar que as necessidades básicas de quem fez a busca sejam satisfeitas.

Transmita segurança para o usuário

Credibilidade e segurança é o primeiro passo para o atingimento de uma meta em marketing de busca. No processo de otimização de landing pages é necessário apresentar uma página de destino profissional e impecável. Nenhum usuário irá em frente se não estiver totalmente seguro em relação ao produto ou serviço que você oferece, principalmente se ele estiver vindo do Google AdWords, por exemplo. Isso você consegue com uma página bem estruturada e com design profissional.

As coisas primeiras em primeiro lugar

O usuário ao acessar a sua landing page precisa ter sua necessidade de informação satisfeita logo no primeiro contato. Por isso, ao otimizar sua landing page, certifique-se que as principais informações previamente informadas em anúncios, estejam antes da primeira dobra da página. Não obrigue ao usuário a paginação, caso contrário você poderá perder uma boa parte das conversões pela famosa “preguiça de navegação”.

Navegação eficiente na Landing Page

Faça com que o usuário atinja o seu objetivo com o menor número possível de cliques. Uma landing page otimizada oferece todas as informações possíveis para o atingimento da meta, de forma bem clara e rápida. Reduza ao máximo a necessidade de navegação. Seja qual for a origem, links patrocinados ou busca orgânica, o usuário tem pressa de chegar à informação.

Conteúdo bem estruturado

Na otimização de uma landing page uma das tarefas mais importantes é apresentar o conteúdo de maneira lógica e dentro de uma progressão de ações. Isso além de facilitar a navegação nas landing pages, supre de informações quem as visita. A qualidade do conteúdo é importante em todas as campanhas de Search Engine Marketing – SEM.

Não polua a Landing Page

Uma landing page clean geralmente surte muito mais efeito do que uma página de destino cheia de elementos desnecessários. Concentre os elementos e peças que realmente agreguem conteúdo a landing page no sentido de complementar a informação. Diante do excesso de informação, o usuário muitas vezes simplesmente abandona o site e procura o que precisa em outro lugar.

Seja previsível

No caso da otimização de landing page ser previsível é um ponto a favor. A maioria dos usuários está acostumada com ações em um determinado momento da navegação. Coloque botões e Call to Action onde o usuário está acostumado a encontrar. Utilize processos de otimização como o Google Site Optimizer e teste várias opções de página para descobrir qual delas oferece o maior potencial de conversão.

Em nosso curso de marketing digital sempre fazemos questão ressaltar a importância do processo de otimização de landing pages, pois muitas vezes o CTR do anúncio ou da página é baixo, e a culpa recai, única e exclusivamente sobre a estrutura do anúncio. Por vezes, o problema está na verdade na landing page.

Fonte: ecommercenews

Search Masters Brasil Rio de Janeiro 2012 apresenta palestras muito interessantes com profissionais renomados no mercado e é uma ótima oportunidade para networking.

O Search Masters Brasil é um encontro de dois dias, com conteúdo relacionado ao mercado de Search (profissionais, entusiastas, estudantes e empresários que desejam investir em marketing digital), que acontece em um modelo de congresso e marcará presença em algumas das capitais mais importantes do Brasil.

Sua primeira edição acontecerá no Rio de Janeiro nos dias 09 e 10 de agosto, das 9h às 18h, no Centro de Convenções da FIRJAN, situado na Avenida Graça Aranha, nº 1, no Centro do Rio de Janeiro. Este espaço fica estrategicamente posicionado a três minutos do aeroporto Santos Dumont e a dois minutos da estação de metrô da Cinelândia. O endereço também conta inúmeras outras opções de transporte urbano, alimentação e conveniências por estar localizado no coração comercial do Rio de Janeiro.

O evento contará com alguns dos profissionais mais conhecidos do mercado na área de Search, que passarão aos participantes, por meio de palestras, o melhor conteúdo relacionado ao SEO, Analytics e social media. Terá, também, novos nomes que possuem muito conteúdo de qualidade e novas perspectivas a compartilhar. Isso torna o Search Masters Brasil um ambiente propício ao networking, aprendizado, reciclagem e atualização sobre temas a serem abordados.

As inscrições poderão ser feitas pelo site www.searchmastersbrasil.com.br no link Inscrição. O site também conta uma quantidade enorme de informações para auxiliar os participantes em termos de transporte, hospedagem, alimentação e dúvidas sobre os mais variados aspectos do evento através da sessão FAQ.

Na edição do Rio em 2012 o evento é organizado pelos consultores de SEO Pablo Augusto, Leo Cabral e Flávio Raimundo.

Trazer inteligência, inovação e liderança à indústria de internet, especialmente em tudo que envolve Search, em um só lugar e ao mesmo tempo, são algumas das metas do Search Masters Brasil.

Fonte: webinsider

Muito se discute, atualmente, sobre a eficiência do marketing digital em uma loja online. No entanto, pode-se destacar que grande parte das campanhas virtuais não alcança sucesso, pois o conteúdo apresentado em estratégias de SEO, SEM, banners, mídias sociais, e-mail marketing, etc, contém erros.

Vejamos, portanto, erros de conteúdo que podem comprometer o sucesso das estratégias de marketing de sua loja virtual.

1. Egoísmo empresarial

Falar apenas de sua empresa, de seus produtos e de sua marca, não atrairá o consumidor. O autoelogio não é bem aceito quando falamos sobre atrair clientes através de um bom conteúdo. Para corrigir esse erro é preciso trabalhar com informações que interessem ao público-alvo do empreendimento;

2. Baixa expectativa

Ao trabalhar com marketing é preciso que suas expectativas sejam altas quanto aos resultados. Por isso, para corrigir esse erro, busque a excelência, busque ser o melhor em seu segmento, melhor que seus concorrentes, e mostrar isso aos consumidores de forma prática;

3. Generalização

Ao fazer marketing digital, é preciso entender todos os meios para só então iniciar as campanhas, ou seja, não adianta generalizar conteúdo para as mídias sociais, os e-mails marketing e os links patrocinados! Corrija esse erro adaptando as informações conforme o meio de divulgação;

4. Falta de objetividade

O grande objetivo de uma loja virtual é vender! Nesse sentido, seu marketing deve manter esse foco, ou seja, nas informações publicadas, chame o consumidor a visitar a loja virtual, a interagir, mas principalmente, a comprar;

5. Foco em uma única mídia

Manter o foco em apenas uma única mídia de divulgação, esquecendo-se dos potenciais clientes em outras mídias, também é um erro. Isso não significa que sua loja virtual deva estar em todas, mas sim, naquelas que seu cliente está;

6. Inconstância

Uma vez que sua loja virtual se mostra presente em uma mídia, o consumidor deseja integração e, por isso, espera conteúdos interessantes constantemente. Dessa forma, é preciso manter um controle de publicações, ou seja, trabalhar com periodicidade, visando fidelizar o consumidor.

Evitando essas falhas, suas campanhas de marketing obterão mais índices de sucesso e seu e-commerce poderá conquistar a fidelização, a interação, o interesse do consumidor e o aumento no número de negociações na loja virtual. Aposte!

Por Felipe Martins

Fonte: ecommercenews

E-mail marketing e o SEO (Search Engine Optimization) continuam sendo considerados os canais mais importantes por varejistas da web, de acordo com um levantamento divulgado pela Multichannel Merchant, em junho de 2012. Os entrevistados concederam ao e-mail uma classificação média de 8,42 (em uma escala de 10, sendo 10 a mais valiosa), acima dos 8,32 registrados no ano anterior. A otimização para os motores de busca vem em seguida, sendo avaliada em 7,78, também superando a nota atribuída no ano passado (7,62). Links patrocinados (6,57), mídia social (6,18) e anúncios em display (5,1) completam a lista dos cinco canais mais importantes. Entretanto, os links patrocinados e as estratégias voltadas para consumidores que abandonaram carrinhos de compras apresentaram o maior crescimento em importância, enquanto o marketing de afiliados e o direcionamento de tráfego off-line para a web foram considerados menos úteis nesta edição da pesquisa.

O nível de importância atribuído ao e-mail e ao SEO também foi constatado em um estudo global da Econsultancy e Adestra, o qual revelou que os varejistas consideram estes dois canais como os mais eficazes em termos de ROI.

Tráfego é a principal métrica para SEO e SEM

A conversão de vendas deixou de ser a principal métrica utilizada entre os comerciantes para mensurar suas campanhas de SEO e SEM (Search Engine Marketing). Neste ano, 86,1% disseram que estão avaliando seu trabalho através do tráfego, o que representa um aumento de 23% em relação aos 70,2% verificados no ano anterior, enquanto a métrica baseada na conversão de vendas caiu de 80,2% para 77,4%.

Quando se trata de melhorar a classificação em motores de busca, a maioria dos entrevistados (62,6%) continua aprimorando as páginas de produtos, embora o uso dessa tática tenha diminuído 11% quando comparado ao ano anterior. Blogs e links são a segunda forma mais utilizada para melhorar o posicionamento, mas também perdeu popularidade em relação a 2011 (61,3% vs 58,3%).

Outros dados:

Entre os principais aspectos monitorados pelo varejistas, as taxas de conversão das campanhas de SEO e SEM lideraram pelo segundo ano consecutivo (79%), seguido pelo valor médio dos pedidos – tíquete médio (70,3%) e o ROI (57,7%).

O montante investido em SEM representa atualmente  23,5% do orçamento de marketing das empresas de e-commerce, aumentando em 5,59% no ano a ano.

Fonte: ecommercenews

Em uma loja virtual, onde não há contato físico do consumidor com os produtos comercializados, é indispensável que o lojista trabalhe muito bem a descrição dos itens disponíveis na loja, buscando ampliar o interesse dos clientes pela negociação.

A importância de uma boa descrição em um produto ultrapassa a necessidade de apresentá-lo ao consumidor. Tais informativos auxiliam, inclusive, nas estratégias de marketing digital em sites buscadores, SEO, possibilitando o alcance de potenciais clientes através das informações descritas.

Para que sua loja tenha descrições interessantes, diferenciadas e exclusivas, seguem algumas dicas que valem a pena aplicar em seu e-commerce:

1. Nada de conteúdo (re)publicado


Além de prejudicar o posicionamento em buscas orgânicas, publicar informação de terceiros na descrição de produtos é um problema grave, inclusive de fabricantes. Isso porque, quando o cliente acessar as pesquisas da web sobre este produto, encontrará informações idênticas e muitas vezes inúteis para o seu perfil. Portanto, trabalhe as questões que mais se enquadram no interesse de seus consumidores; para informações mais técnicas, apresente o link do fabricante;

2. Descreva com criatividade


Apresente o produto com criatividade ao seu público consumidor. Além da forma exclusiva de falar do produto, mostre ao cliente os benefícios deste em seu dia-a-dia, bem como as condições e vantagens em adquiri-lo. Por exemplo: “Com este tênis suas corridas matinais não serão as mesmas…”;

3. Preze pelas palavras-chave


Trabalhar as palavras-chave nos textos de descrição é de grande importância para o bom posicionamento da loja virtual nos buscadores. Além disso, apresentar a marca do produto na descrição pode facilitar a busca do consumidor. Por exemplo: “Adquiria o mais novo tênis Nike Shox…”;

4. Informações detalhadas e importantes


Mostre ao consumidor informações que interessem a ele, detalhe o produto através do texto, de forma a completar as imagens. Por exemplo, explique as texturas, as medidas e todas as características úteis do produto: “Este tênis possui leveza e durabilidade, com a tecnologia que só a Nike tem…”. Obs: evite dados muito técnicos; nesse caso, apresente o link do fabricante;

5. Descrição objetiva


Como já dito, apresente ao consumidor exatamente aquilo que ele deseja saber. Evite descrições muito longas e informe-o de maneira objetiva. Exemplo: “Este tênis, com quatro molas traseiras, amortece o passo e proporciona mais conforto ao caminhar…”
A descrição do produto é uma forma de aproximar o consumidor das mercadorias e proporcionar segurança a ele, facilitando o processo de negociação. Aposte em descrições bem trabalhadas e exclusivas, seu cliente agradece!

Sucesso!

Fonte: ecommercenews

Se existe um único consenso entre consultores, agências e o próprio Google é que a receita de sucesso com SEO é “produza conteúdo de qualidade”. Claro que não podemos nos esquecer da parte de tecnologia e reputação – SEO simplesmente não funciona sem um desses três pilares, mas conteúdo é o centro, o coração, da estratégia. Já existe até uma frase que ilustra bem a importância de conteúdo para SEO: “Conteúdo é Rei”. Se eu tivesse recebido um real para cada vez que isso foi dito em artigos e palestras sobre SEO nos últimos anos, estaria, tranquilamente, aposentado aos meus 34 anos de idade.

Não que eu discorde, muito pelo contrário. Sou um dos evangelistas que pregam que sem uma estratégia e um planejamento focados na produção de conteúdo de qualidade, o seu site e, consequentemente, o seu SEO estão fadados ao insucesso.

Meu problema com essa certeira resposta é outro: a completa e absoluta falta de contexto do que exatamente é “conteúdo de qualidade”. O conselho, se é que assim podemos chamá-lo, raramente vem acompanhado das instruções de como eu identifico essa tal “qualidade” para meus usuários. Somos deixados no mais imenso vácuo. Ora, websites têm objetivos diferentes, atendem públicos diferentes, em mercados e nichos diferentes. Podemos assumir com tranquilidade que o que representa conteúdo de qualidade para um site não é necessariamente qualidade para outro, concordam? Para produzirmos algo que realmente possa agregar nossos leitores e consumidores, precisamos conhecê-los, identificar o que procuram e mensurar o sucesso, ou não, do nosso conteúdo.

 

Identificando o alvo

Uma das questões mais desafiadoras é conhecermos nosso público, do que gosta e do que não gosta. Isso porque, nessa era de internet e redes sociais, nossos produtos ficam expostos, queiramos ou não, a todos os tipos de demografias, a qualquer hora do dia ou noite, todos os dias do ano. Minhas sugestões então seriam as seguintes: use e abuse de redes sociais como Facebook e Twitter. Construir fortes comunidades nessas plataformas lhe dará a oportunidade de realizar pesquisas e questionários, um ótimo início para descobrir o que dá certo ou não no seu mercado. Existem inúmeros cases de sucesso sobre consumidores orientando empresas quanto a melhorias em seus produtos e até sugestão de novas linhas. Imagine o que isso pode fazer pelo seu conteúdo. Para complementar, use seu CRM e/ou Web Analytics (se propriamente configurado) para coletar dados de conversão por país, estado, região e cidade. É o começo para entender que linguagem o seu texto precisa ter, quais gírias pode ou não usar, e poder econômico (se for um e-commerce, observe o ticket médio das transações).

 

Demanda de busca orienta otimização

Palavras-chave e demanda de busca não devem, em minha opinião, orientar a produção de conteúdo. Esta deve ser orientada pela estratégia de marketing e produtos de sua empresa, mas devem, sim, auxiliar e orientar a otimizacão do conteúdo a ser produzido. Por exemplo, do que adianta produzir conteúdo sobre TVs de LCD se nos próximos seis meses teremos somente estoque suficiente de TVs de LED para vender? Devemos produzir conteúdo sobre TVs de LED e otimizar o conteúdo pesquisando e identificando como as pessoas buscam quando desejam comprar esse produto. Para identificar os termos mais procurados e a demanda por eles, a melhor ferramenta disponível hoje no mercado, e gratuita, é a Ferramenta de Palavras-Chave do Google Adwords (https://adwords.google.com.br/keywordtool).

 

Mensurando sucesso

Temos duas áreas a ser mensuradas: popularidade e consumo do seu conteúdo. Popularidade, nessa geração de redes sociais, pode-se medir através dos chamados “sinais sociais”, ou seja, se você possui uma página no Facebook, quantas vezes seu conteúdo foi compartilhado e quantas vezes foi curtido são duas métricas relevantes. Se você possui Twitter, quantas vezes foi retuitado é uma métrica importante.
Existe uma segunda “categoria de sinal” que também nos ajuda a entender popularidade: quantos links externos (provenientes de outros sites) apontam para nosso conteúdo. Existem algumas ferramentas que nos ajudam com essa tarefa: Open Site Explorer (www.opensiteexplorer.org), Majestic SEO (www.majesticseo.com) e Ahrefs (http://ahrefs.com/). Mas se você não ainda cadastrou seu site na Ferramenta para Webmasters do Google (http://www.google.com.br/webmasters/), eu começaria por aqui. Nela, além de outros relatórios importantes, você vai encontrar o de links externos.
Já para medir o consumo do conteúdo eu sugiro usar o seu programa de Web Analytics. As métricas mais interessantes são tempo de página e taxa de rejeição. Para essas duas métricas, antes de concluirmos que um alto tempo de página é um sinal positivo ou que uma alta taxa de rejeição é algo negativo, é preciso definir o objetivo da página e seu conteúdo. Por exemplo, uma alta taxa de rejeição em uma página onde o conteúdo é apenas um número de telefone para contato é esperada. De novo, temos que colocar o conteúdo, e suas métricas de sucesso, no contexto certo para entendermos o que representa qualidade.
Com esses três passos, acredito estarmos mais preparados para produzir algo que realmente atenda às necessidades dos nossos usuários e que realmente converta, independentemente da meta de sucesso que seu site possua. Porque conteúdo de qualidade é sim a chave do sucesso para o seu SEO.

Fonte: imasters

 

 

As técnicas de Link Building são muitas e, algumas delas, complexas. Por isso, nesse post escrevi sobre como se pode tirar proveito sem necessariamente precisar de um profissional de SEO para ajudá-lo. Essa não é uma função essencial, nem uma obrigação da profissão, mas, caso você seja um jornalista independente que tem seu próprio blog ou mesmo portal pequeno ou médio, entender o conceito é fundamental. O importante é você conhecer essa prática e poder aproveitá-la para ganhar autoridade e relevância no seu nicho.

O que é Link Building?

O Link Building nada mais é do que a própria tradução do termo em inglês sugere, ou seja, a construção de links. De forma mais clara, é a aquisição de links que apontam para seu site, ou links que ele recebe de outros blogs, portais e sites. São esses links recebidos que farão seu site receber mais importância (autoridade e relevância) nos mecanismos. Para entender mais, vamos a alguns outros conceitos importantes:

O que é Page Rank?

Durante um bom tempo, principalmente nos primórdios do Google, um site com Page Rank alto era o suficiente para que fosse bem ranqueado nos sites de buscas (leia-se Google). Esses eram os primórdios das ferramentas de buscas. Hoje, um site bem ranqueado não necessariamente tem um Page Rank de valor alto. A importância hoje está relacionada ao seu nicho de mercado, para qual público você escreve. Quanto mais link você receber de outros sites que atuam ou tenham temas relacionados com seu nicho, mais valor (link juice) você recebe.

Modo de construir links para seu site

A busca por links vem mudando conforme os algorítmos vão evoluindo. É importante frisar que hoje a questão do Link Building é percebida pelos sites de busca de forma diferente. Existem muitas formas de construir seus links. Diretórios de artigos como Dihitt, Ocioso e outros começam a perder relevância. Não vou me ater aqui a questões muito técnicas, minha preocupação é fazer você entender que a importância dada atualmente para construção de links pelo Google tem como peça chave o relacionamento que você faz nas mídias sociais e o contato com outros que possuem blogs e sites focados no seu nicho de mercado.

Há diversas formas básicas de conseguir esses links, listei aqui quatro meios que acho importante estar atento. Todas essas escritas aqui foram trabalhadas em cima de relacionamentos com outros site, blogs ou portais. Mãos à obra!

Faça um relese e envie a imprensa e sites do seu nicho - Se seu site na web é focado em um nicho e tem um diferencial perante seus concorrentes, divulgue, crie um relese atraente e encaminhe a sites e blogs que possam se interessar pelo seu assunto.

Seja sociável, faça guest posts – Hoje, a questão social é imprescindível, seja através de sites de mídias sociais, seja em contato com outros blogueiros. A ideia aqui é você se oferecer a fazer guest posts (artigos de convidados) em outros sites focado com seu nicho. Entrando em contato com outros autores, você, além de fortalecer seu network, ainda pode disponibilizar um link para seu site no texto do post que escreveu. Dicas: Não faça troca de links com outros sites, principalmente tratando-se na barra lateral do seu site. Os algorítmos de buscas já identificam trocas, o que pode acarretar em seu site não receber link juice de outro através dessas trocas. Se quiser ganhar importância, faça guest posts.

Comente em outras mídias - Para entender um pouco sobre comentários em outros sites, você precisa entender de um atributo do html chamado “rel”, que pode ser follow ou nofollow. No primeiro caso, ele passa link juice para o site que está sendo linkado. No segundo, ele diz aos buscadores que não gostaria de passar relevância para determinado link. Apesar de muitos blogs, sites e portais não passarem link juice (serem nofollow) através de seus comentários, fica claro a importância de estar em contato com a  comunidade (nicho) da qual você faz parte. Fortificando, assim, seu branding e  mostrando seu conhecimento sobre determinado assunto, podendo futuramente receber de outros sites e blogs links para o seu. Mais uma vez a importância de ser social não apenas nas mídias sociais clássicas como Facebook, Twitter ou Slideshare.

Faça bons info-gráficos - Os info-gráficos são uma grande forma de chamar atenção para um determinado assunto. Os leitores normais e até especialistas adoram replicar pelas redes sociais info-gráficos interessantes e que digam alguma coisa nova ou mesmo comprovem uma tese já estudada. Se você tiver a seu dispor um designer então? A qualidade pode aumentar na questão visual fazendo com que seus info-gráficos se tornem viral. Mas, muito cuidado, somente alguns assuntos tem propensão a virar info-gráficos e não faça info-gráfico de baixa qualidade, sem conteúdo pertinente ou de forma gratuita.

Faça artigos relevantes para seu nicho - O conteúdo é e continuará sendo rei pela internet a fora, seja o conteúdo em audio (podcast), em vídeo ou escrito. O que mais seus leitores querem é consumir seus conteúdos. Sendo bons e de relevância para seus interesses, maior é a chance de algum portal, site ou blog referenciá-lo, adicionando links para o seu site em algum postagem que fizerem.

E você, como trabalha suas técnicas de link building?

Fonte: jornalismoseo

Ecommerce Group EG SA no RIO+20

O diretor comercial da E-commerce Group SA (EG), José Carlos Terburg, recebeu um convite da Legião da Boa Vontade (LBV), para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, também conhecida como Rio+20. O evento será realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 13 e 22 junho e contará com representantes dos 193 estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), além de participantes dos mais variados setores da sociedade.

“É uma honra participar de um evento tão importante que reúne governanças internacionais na área do desenvolvimento sustentável”, ressalta o diretor da EG. Segundo ele, a participação da sociedade civil, de empresas públicas e privadas, ONGs, entre outros órgãos, é muito importante para que medidas efetivas sejam tomadas em prol da sustentabilidade do planeta.

A Conferência terá dois assuntos principais: A economia verde no contexto da sustentabilidade e da erradicação da pobreza; e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. A Rio+20 é um processo intergovernamental conduzido pelos Estados-membros das Nações Unidas, com participação da ONU e da sociedade civil.

A participação brasileira no evento está sob a coordenação da Comissão Nacional para a Rio+20, criada pelo Decreto 7.495, de 7 de junho de 2011. A ONU está credenciando as delegações oficiais, os representantes da sociedade civil e imprensa que quiserem participar do encontro.

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Comunicação EG

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E-commerce Group carrinho de comprasTratando-se de comércio online, encontrar o produto desejado com preço consideravelmente justo é um sinal de compra realizada. Talvez não. A maioria dos consumidores ainda não se adaptou à necessidade de escolha das formas de entrega do produto, uma barreira que, muitas vezes, acaba influenciando negativamente o resultado da compra. Fundamental para o comércio virtual, o frete também pode se tornar a ovelha negra das vendas na web. O histórico de problemas na entrega do produto é o principal responsável pela insatisfação dos consumidores.

Uma boa forma de derrubar este muro é deixar o cliente sempre informado sobre a situação da compra. Enviar um e-mail a cada mudança de status, com confirmação de pagamento, momento em que o pedido chega à transportadora até o momento da entrega, além de um serviço de rastreamento online, ajudam a manter o cliente bem informado sobre sua mercadoria. Outra maneira muito eficaz de diminuir este problema é criar formas alternativas de envio para estimular o consumidor a não desistir da compra.
 
De acordo com o gerente de soluções da Farmácia Nova Gerty, localizada em São Caetano do Sul – SP, Mário Ribeiro, mesmo na era da tecnologia, alguns clientes ainda enfrentam grandes dificuldades ao navegar na internet. Para Ribeiro, o ideal, tanto para o consumidor quanto para a empresa, é um acompanhamento completo e objetivo do frete. “É interessante que o cliente tenha a possibilidade de calcular o frete na própria página do produto. Muitos acreditam que, ao clicar no botão de compra, serão obrigados a ficar com o produto sem ao menos saber o valor do frete”, enfatiza o gerente.
 
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A Nova Gerty (foto) possui laboratório de manipulação próprio (Foto: Comunicação EG)
 
Mário diz enfrentar dificuldades com o serviço de frete oferecido pelos Correios, devido às restrições de entrega para determinadas localidades. “O cliente acaba sendo forçado a retirar o produto na agência mais próxima. Isso influencia diretamente nas vendas online, pois, além de pagar um valor de frete muito alto em relação ao produto, o cliente perde toda a comodidade de comprar via internet”, explica.
 
Segundo pesquisa feita em 2011, pela Compete Online Shopper, os consumidores afirmam ter preferência por comprar os produtos em loja física para economizar com o frete. O preço elevado dos cálculos de frete foi apontado como uma das principais razões pela insatisfação na experiência de compra. Mais de 70% dos consumidores classifica o frete grátis como o recurso promocional mais importante nas compras online, segundo estudo apresentado em outubro do ano passado, pelo e-tailing group. Dados da pesquisa “The Connected Consumer” mostram que o serviço foi o segundo mais lembrado (70%), seguido por vendas e seções especiais (62%), disponibilidade de cupons e promoções (56%) e descontos em produtos e categorias específicas (54%).
 
Para o gerente da loja de delicatessen – produtos diferenciados que normalmente não são encontrados na maioria dos supermercados – Varanda Delivery, Leonardo Tavares, o consumidor muitas vezes acha a cobrança do frete injusta, pois no preço de venda do produto já está incluído o valor do frete. "A maioria dos consumidores chega a essa conclusão ao ver que lojas concorrentes oferecem frete grátis no mesmo produto e pelo mesmo preço, o que não ocorre em nossa loja", afirma o diretor. A Varanda Delivery possui uma equipe que representa os clientes virtuais na loja física. "São eles que separam os pedidos oriundos do site, andam pela loja como clientes, colocam as compras em caixas, separam os itens perecíveis, os itens que necessitam de refrigeração, etc.", ressalta Tavares. Segundo ele, o frete não é uma fonte de renda para empresa. "No final de todo o processo, o preço cobrado pelo frete é repassado para quem faz a entrega", comenta.
 
E-commerce Group Varanda Delivery
 
A Varanda Delivery (foto) trabalha com consumidores das classes A e B (Foto: Comunicação EG)
 
destaque matéria frete no e-commerceOutro diferencial da Varanda é que, mesmo estando localizada na cidade de São Paulo, onde o trânsito é um obstáculo para quem trabalha com pronta entrega, o pedido chega ao consumidor no mesmo dia da compra. "Levando em conta que o cliente não gastará com combustível, estacionamento e não terá que enfrentar o terrível trânsito da cidade, pagar o frete acaba não sendo injusto, pois receberão os produtos com qualidade e no mesmo dia que efetuaram a compra", finaliza o gerente.
 
Em artigo publicado no portal E-Commerce News, o consultor e instrutor da equipe do Curso de E-commerce, Alberto Valle, fala sobre a utilização do frete como fator de venda. Segundo Valle, o valor cobrado pelo serviço de frete interfere severamente na margem de lucro, influenciando também na taxa de conversão da loja. "A adoção de uma estratégia de frete grátis como fator de venda deve ser precedida por um rígido controle de custos para que o empresário não caia na armadilha de vender e ter que arcar com prejuízos operacionais”, destaca.
 
Como viabilizar o frete grátis
 
O Brasil é o país da América Latina com o custo mais elevado de frete. Para tentar diminuir esse impacto, parcerias com fornecedores em subsídios de parte do frete ou subsídios do próprio lojista podem ser cruciais. Um bom caminho para reduzir custos é procurar estabelecer contrato de exclusividade com transportadoras e até mesmo com os correios. Analisar a possibilidade de a empresa assumir os custos do frete também pode ser compensador. Outro ponto a ser levado em conta é o fator psicológico do consumidor. Estipular um custo baixo ou até mesmo fixo no frete é uma boa forma de sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra, criando, assim, um facilitador para o consumidor.
 
A loja virtual Farma Delivery, com sede física em Santo André, no ABC paulista, criou uma política de frete grátis baseada no pedido mínimo escalonado por região. “Como o Brasil é um país grande, fica complicado viabilizar o frete grátis para todas as regiões”, comenta o gerente de logística da farmácia, José Eduardo Melito. A Farma Delivery oferece um serviço de envio gratuito para a região sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná) em pedidos acima de cem reais. Para as demais localidades, o frete é grátis para pedidos acima de duzentos reais, com exceção da área de entrega própria (próxima do centro logístico), cujo valor mínimo é de cinquenta reais. “Hoje, seria impossível gerar um custo médio de envio obedecendo todas as variáveis como prazo de entrega, peso, volume, valor e região”, salienta o gerente.
 
Imagem frete Farma Delivery
 
A Farma Delivery (foto) investe na qualidade de envio de seus produtos (Foto: Comunicação EG)
 
O diretor de marketing da Farma, José Luiz de Oliveira Neto, comenta que valores altos no cálculo de frete variam muito de acordo com a região de abrangência. “Em lugares de difícil acesso, onde encontrar o produto desejado é uma tarefa complicada, o valor do frete acaba não interferindo na compra, pois a necessidade acaba sendo decisiva nestas circunstâncias”. Segundo ele, frete grátis não é sinônimo de entrega rápida. “Se o consumidor deseja uma entrega com mais agilidade, deverá pagar por estes serviços. Pensou em imediaticidade, deve-se esquecer o frete grátis”, esclarece o diretor.
 
Há quem diga que em um futuro muito próximo o conceito de frete será extinto do comércio online e a empresa que não trabalhar unilateralmente o preço final do produto enfrentará adversidades em relação à concorrência. “É importante que haja uma consciência da real necessidade da utilização do frete gratuito em lojas virtuais, mesmo que ainda não atinja 100% em vendas”. Para José Luiz, isso pode ocorrer em longo prazo. “As grandes empresas de E-commerce já vêm trabalhando nessas questões. Da mesma forma que existe o parcelamento sem juros, o frete é algo que já está no DNA do brasileiro há muito tempo”, finaliza Neto.
 
 
 
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A E-Commerce Group SA (EG) reuniu seus colaboradores em um workshop comercial, na quarta-feira (16), em Porto Alegre. O encontro foi conduzido pelo diretor comercial da EG, José Carlos Terburg (Jc), que falou sobre respeito, valores e fluxo de comunicação para obtenção de resultados.

 
 
JC (à esq.) falou sobre a relação com os clientes (Foto: Comunicação EG)
 
Segundo ele, as diferenças culturais e sociais não podem influenciar a relação de respeito entre as pessoas. “Não há como construir um ciclo virtuoso sem a relação entre as áreas. É fundamental a compreensão de valor entre as pessoas para um relacionamento respeitoso e produtivo”, destaca o diretor.
 
É cada vez mais frequente em locais de trabalho a mescla de culturas e experiências. Essa diversidade traz novas ideias e mais dinâmica às empresas. Visões diferentes, geralmente, acarretam um melhor resultado e estimulam as pessoas a dar mais unidade na exposição de ideias. 
 
 
Colaboradores participaram atentamente do workshop (Foto: Comunicação EG)
 
Para Jc, a comunicação é a ferramenta chave para o conhecimento e determinação de foco e respeito na relação empresa e cliente.  “A comunicação encurta, agiliza, soma e resolve objetivos. Para isso, deve-se traçar caminhos ágeis, com base na comunicação e no respeito, focando no resultado”, finaliza.
 
 
 
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