Depois de enfrentar algumas turbulências como greve dos correios e crises de confiabilidade, o E-commerce brasileiro conseguiu cumprir suas previsões de vendas neste Natal.
Segundo dados da consultoria e-bit, o faturamento do E-commerce foi de R$ 2,6 bilhões, o que representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro.
O ticket médio diminuiu ficando em R$ 347, frente a R$ 370 no mesmo período de 2010. Já o número de pedidos cresceu 27%, com relação ao ano anterior.
As categorias mais vendidas na data comemorativa foram eletrodomésticos, seguidas por saúde, beleza e medicamentos, informática, moda & acessórios e eletrônicos.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, mais da metade das compras (52%) foram determinadas pelo fator “preço”. A credibilidade foi o segundo item que pesou na hora da compra (17%). Em terceiro, ficou o prazo de entrega (10%).
O ritmo de crescimento das vendas pela web foi maior que o das lojas do mundo real, indica o jornal Folha de S. Paulo. Contudo, mesmo registrando um aumento em torno de 20%, esse percentual poderia ter sido bem maior, já que o Natal de 2010 obteve 40% de crescimento com relação ao de 2009. Essa diminuição se deve principalmente à crise de confiança pelos atrasos nas entregas iniciados já no Natal do ano passado.
Mas com essa experiência, as empresas felizmente souberam reverter seus erros em oportunidades para não perderem de vez a confiança dos seus clientes. Segundo Maurício Vargas, presidente do Reclame Aqui, um levantamento do site mostra que os principais portais conseguiram conter a crise de confiança.
De acordo com a e-bit, a taxa de atrasos na entrega caiu de 17% para 13%, índice elaborado com base em pesquisas enviadas pela e-bit aos consumidores, um dia após o término no prazo de entrega prometido pelas empresas.
Fontes: Sites: Convergenciadigital e Baguete
