19 de June de 2013
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Depois de enfrentar algumas turbulências como greve dos correios e crises de confiabilidade, o E-commerce brasileiro conseguiu cumprir suas previsões de vendas neste Natal.

Segundo dados da consultoria e-bit, o faturamento do E-commerce foi de R$ 2,6 bilhões, o que representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro.

O ticket médio diminuiu ficando em R$ 347, frente a R$ 370 no mesmo período de 2010. Já o número de pedidos cresceu 27%, com relação ao ano anterior.

As categorias mais vendidas na data comemorativa foram eletrodomésticos, seguidas por saúde, beleza e medicamentos, informática, moda & acessórios e eletrônicos.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, mais da metade das compras (52%) foram determinadas pelo fator “preço”. A credibilidade foi o segundo item que pesou na hora da compra (17%). Em terceiro, ficou o prazo de entrega (10%).

O ritmo de crescimento das vendas pela web foi maior que o das lojas do mundo real, indica o jornal Folha de S. Paulo. Contudo, mesmo registrando um aumento em torno de 20%, esse percentual poderia ter sido bem maior, já que o Natal de 2010 obteve 40% de crescimento com relação ao de 2009. Essa diminuição se deve principalmente à crise de confiança pelos atrasos nas entregas iniciados já no Natal do ano passado.

Mas com essa experiência, as empresas felizmente souberam reverter seus erros em oportunidades para não perderem de vez a confiança dos seus clientes. Segundo Maurício Vargas, presidente do Reclame Aqui, um levantamento do site mostra que os principais portais conseguiram conter a crise de confiança.

De acordo com a e-bit, a taxa de atrasos na entrega caiu de 17% para 13%, índice elaborado com base em pesquisas enviadas pela e-bit aos consumidores, um dia após o término no prazo de entrega prometido pelas  empresas.

Fontes: Sites: Convergenciadigital e Baguete

 

O faturamento nominal das empresas de comércio eletrônico cresceu 20% neste Natal na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (26) pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico, e-bit.
 
Entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, o faturamento do e-commerce somou R$ 2,6 bilhões.
 
O porcentual de atrasos nas entregas sobre o total de pedidos recuou de 17% em 2010 para 13% este ano. Já o número de pedidos cresceu 27%.
 
“Isso demonstra os esforços dos lojistas para que os problemas que ocorreram no Natal passado não voltassem a acontecer. No decorrer desse ano, as empresas investiram em logística, tecnologia, centros de distribuição e capacitação de profissionais”, informou a e-bit, em nota à imprensa.
 
O tíquete médio, por sua vez, apresentou uma queda de 6,21%, para R$ 347. A categoria com maior número de pedidos foi a de eletrodomésticos, seguido por saúde, beleza e medicamentos; informática; moda & Acessórios; e eletrônicos.
 
Fonte: Info.Abril

O Brasil fechou o primeiro semestre com 287 milhões de acessos a serviços de telecomunicações, o que representa alta de 15,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Dessa forma, o índice superou a população total do País: para cada dez habitantes há aproximadamente 15 acessos. O número, que foi divulgado na segunda-feira (5/9) pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), agrega telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

O segmento que mais cresceu foi o de Internet rápida, que inclui banda larga fixa e móvel. Mais de 45 milhões de pessoas já acessam a rede a partir de uma conexão dessas, o que representa um avanço de 55% nos últimos 12 meses.

A banda larga móvel – que inclui os modems de acesso à Internet e os celulares 3G – teve 77,1% de aumento em número de acessos desde junho de 2010, chegando a 27,9 milhões de acessos em junho deste ano. No mesmo período, a banda larga fixa cresceu 27%, chegando a 15,8 milhões de acessos.

Em termos absolutos, a telefonia móvel continua insuperável. O Brasil possui 217 milhões de celulares ativos, representando um crescimento de 17,4% em relação a 2010. A evolução da telefonia fixa, por outro lado, foi bem mais modesta: chegou a apenas 42,7 milhões de acessos – alta de 2,1%.

A TV por assinatura alcançou 11,1 milhões de assinantes. Número 31,8% maior se comparado a julho do ano passado. Segundo a Telebrasil, no primeiro semestre de 2011 foram investidos 7,3 bilhões de reais no setor de telecomunicações.

 

Fonte: IDG Now

O setor de telecomunicações alcançou uma receita operacional bruta de 49 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2011, crescimento de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Foram considerados os serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

Segundo o balanço da entidade, no final de março o Brasil atingiu 277,4 milhões de acessos dos serviços de telecomunicações. Nos três primeiros meses do ano, foram ativados 8,9 milhões de novos acessos em todos os serviços. O destaque foi a telefonia móvel, que passou de 179,1 milhões em março de 2010 para 210,5 milhões no fim do primeiro trimestre de 2011, uma expansão de 17,5%. Em um ano o segmento adicionou 31,4 milhões de novos clientes.

Na banda larga móvel o aumento foi de 78%, passando de 13,8 milhões em março de 2010 para 24,4 milhões em março deste ano. Já a banda larga fixa teve um crescimento de 20,5% no período, subindo de 11,7 milhões para 14 milhões.

Somadas as conexões fixas e móveis, a banda larga alcançou no final do primeiro trimestre com 38,4 milhões de acessos. Já o setor de TV por assinatura teve uma expansão de 31,6% de crescimento no período de 12 meses, com um aumento no número de clientes de 7,9 milhões em março do ano passado para 10,4 milhões em março deste ano.

No primeiro trimestre foram investidos 3,1 bilhões de reais em todos os segmentos. Desde a 1998, as empresas do setor já aportaram 235,3 bilhões de reais.

Fonte: Computer World

Após passar a Microsoft em valor de mercado em maio do ano passado e de superá-la em receita no terceiro trimestre de 2010, agora a Apple também deixou a gigante de software para trás em lucro.

A empresa de Steve Jobs já havia divulgado lucro de US$ 6 bilhões no trimestre encerrado em 26 de março. Agora, a Microsoft informou que teve um lucro líquido de US$ 5,23 bilhões em seu terceiro trimestre fiscal (janeiro a março).

É a primeira vez em 20 anos que a Microsoft é desbancada em lucro e receita, revela o jornal The Guardian.

A receita da Apple aumentou 83%, para US$ 24,67 bilhões, contra 16,43 bilhões dólares da Microsoft.

O principal motor dos resultados da Apple foi o iPhone. A companhia vendeu 18,7 milhões de unidades do produto no segundo trimestre fiscal, mais do que o dobro do número registrado em igual período do ano passado.

E é justamente o desempenho no segmento móvel a principal dificuldade da Microsoft. A empresa não é competitiva nesse setor onde a Apple é top, quadro que o pessoal em Redmond tenta reverter com a parceria que fechou recentemente com a fabricante Nokia.

Fonte: Info Abril

TAM volta à liderança do mercado doméstico

Em março, a companhia aérea realizou mais voos que a Gol, que havia conquistado o primeiro lugar no segmento em fevereiro

Após, pela primeira vez, a Gol alcançar o primeiro lugar no mercado doméstico de aviação, a TAM retornou ao posto de liderança, de acordo com comunicado emitido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta terça-feira, 19. A companhia, que compreende também a Pantanal e está em processo de fusão com a chilena LAN, alcançou a marca dos 41,84% de market share, enquanto a Gol/Varig ficou com 38,83%.

“Vamos prosseguir com nossa política de redução de custos, combinada com os esforços para manter e melhorar a alta qualidade de nossos serviços”, afirmou Líbano Barroso, presidente da TAM Linhas Aéreas, em anúncio oficial divulgado pela empresa — numa possível referência à estratégia de preços baixos trazida pela Gol desde que chegou ao mercado, há dez anos, inspirada na americana Southwest Airlines.

A Anac informou ainda que o mercado aéreo doméstico brasileiro cresceu 25,48% no mês de março, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Já a oferta de assentos por quilômetro aumentou 16,03% no mesmo período. A taxa de ocupação dos assentos, que foi de 65,08% em março de 2010, passou para 70,38% neste ano.

Nos voos internacionais operados por empresas brasileiras, o aumento foi de 29,58%, enquanto a oferta de assentos aumentou 15,04%, segundo a agência. Fonte: Meio e Mensagem

De acordo com a comScore, empresa especializada na elaboração de pesquisas voltadas para o mundo digital, 74,5% dos europeus acessaram sites de e-commerce em janeiro de 2011, ou seja, um crescimento de 66% em relação ao mesmo período do ano passado. O relatório analisou diversos varejistas localizados em 17 países da Europa.

 
O Reino Unido foi o país que obteve o maior percentual de consumidores que frequentam e-commerce, com 89,4%, seguido por França (87,0%), Alemanha (82,1%), Irlanda (80,7%) e Países Baixos (80,2%). Além disso, os consumidores do Reino Unido passaram mais tempo comprando em lojas virtuais, com uma média mensal de 84,1 minutos por consumidor, 60,5% a mais que a média europeia de 52,4 minutos.
 
Entre os países com menor acesso ao e-commerce, aparecem a Rússia (59,0%), Portugal (65,9%), Finlândia (66,5%), Itália (69,5%) e Turquia (69,8%), embora todos tenham registrado crescimento no ano de 2010. 
A Rússia obteve o maior crescimento neste segundo grupo, com 15,8 %, seguido por Portugal, 5,7%, Finlândia, 2,7%, Itália, 2,1%, e 1,9% na Turquia.
 
Ainda segundo o estudo,  31,6% dos consumidores europeus gastaram uma média de 5,9 minutos mensal visitando sites de comparativo de preços, como o Bing Ciao e Shopzilla.

 

A Visa, processadora de pagamentos com cartão, informou que obteve um crescimento de 23,2% na América Latina. O Brasil foi o grande responsável pelo bom resultado, pois obteve uma taxa de crescimento de 24,6%, seguido pelo México, com  16,8%. Os demais países da América Latina (juntos) e o Caribe apresentaram crescimento de 22,8%.
 
Para o quarto trimestre a companhia reportou um faturamento na América Latina e Caribe de 82 bilhões de dólares, crescimento de 26,7% em relação ao mesmo período do ano passado.  O número de transações processadas pela rede Visa na América Latina e no Caribe atingiu 916 milhões durante o quarto trimestre, ou seja,  226 milhões de transações a mais que o registrado no ano de 2009.
 
O Brasil foi o país da América Latina que obteve o maior volume de transações com cartão de débito em 2010, crescendo 22,6%, seguido pelo México, 19,1%, e o restante da América Latina e Caribe contaram com um incremento de 29,0%.
 

O Reino Unido, segundo maior mercado do e-commerce no mundo, registrou um faturamento de 5,1 bilhões de libras, ou 8,3 bilhões de dólares no mês de janeiro, ou seja, um crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano passado. A informação é da Interactive Media, uma consultoria de Marketing Digital.

Os descontos em pacotes de férias fizeram com que o setor de viagens registrasse um dos maiores crescimentos de todas as categorias de produtos, 31% em comparação com o mesmo mês de 2009. “O setor de viagens foi um dos primeiros setores a se despertar para os benefícios de se investir no e-commerce . A tendência é que continue este bom crescimento” diz Phillip Rinn, um diretor do eBay.

Ainda de acordo com o estudo, o gasto médio dos consumidores com este setor foi de 1.439 dólares, o maior registrado nos últimos dois anos naquele país.

A publicidade no e-commerce continua crescendo rapidamente em todos os países do mundo. De acordo com a comScore, os usuários de internet dos Estados Unidos visualizaram um total de 4,9 trilhões de anúncios no ano de 2010, se consolidando como o maior volume de todos os tempos.

A tendência para o ano de 2011 é que o número de anúncios exibidos seja ainda maior, principalmente pelo aumento dos investimentos das empresas com o marketing digital. Só o eBay foi responsável por 36.800 milhões de impressões em 2010, e deve aumentar consideravelmente seus investimentos em 2011.

O Facebook aparece em primeiro lugar entre as plataformas que mais exibiram anúncios em 2010, representando mais de 1 trilhão de todas as impressões no ano passado. Em segundo aparece o Yahoo, com 529,4 bilhões anúncios, seguido pela Microsoft, 243,9 bilhões, Fox Interactive Media, 200,2 bilhões, AOL, 130.2 bilhões, e por último o Google, exibindo 128,2 bilhões de anúncios.

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