19 de June de 2013
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Amecis
Cliente de loja virtual da EG desde Abril/2012
www.amecis.com.br

 

Amecis site BioStore

 

 

Amecis caixa

A Amecis é uma loja virtual especializada em embalagens para transporte.

A empresa tem como compromisso atender bem, desenvolvendo a embalagem adequada para cada finalidade, de forma que o produto fique bem acondicionado e protegido e que a embalagem seja o atrativo do seu o produto.

Atuando nesse mercado desde 1979, a Amecis possui uma equipe experiente e dedicada, formando ao lado da diretoria, uma parceria estável ao longo dos anos.

Amecis homeEssa parceria proporciona eficiência no atendimento, integrando a necessidade do cliente ao objetivo de trabalho da empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Loja Virtual Amecis>> usa Magento no seu E-commerce


 

ABC Moto Aventura
Cliente de loja virtual da EG desde Dezembro/2011
http://www.abcmotoaventura.com.br/

 

 

A ABC Moto Aventura é uma loja especializada em roupas e acessórios para motociclistas, que desde 2002 marca presença no mercado . Além de contar com a loja virtual www.abcmotoaventura.com.br, possui uma oficina multimarcas especializada em motos de grandes cilindradas.

Confira o histórico da loja narrado pelo sócio/diretor Walter Yamada:

Abril de 1976

Era meu aniversário. Meu pai me deu um presente muito especial. Uma Yamaha RD 50 1972. Foi inesquecível. A paixão foi tanta que no mesmo ano comprei uma RD 75 1975, com meu próprio dinheiro.

Fevereiro de 1979

Meu pai me chamou pra ver uma moto. A CG 125 1978 azul era linda. Estranhei, pois a grana era muito curta naqueles duros tempos.

Quase morri quando fomos ao banco pegar dinheiro. Levei a poderosa até em casa tremendo como uma vara verde. Dormi com ela. Acordei no meio da noite e pensei que fosse um sonho. Dormi de novo. Abri o olho de manhã e estava abraçado com a CG. Era tudo real.

Outubro de 2002

Nei funda, em São Bernardo do Campo, a Neizão Moto Aventura. Realizei outro sonho: abrir um negócio envolvendo minha paixão.
Novembro de 2003

A loja é transferida para novo endereço, na Av. Senador Vergueiro, 3607, também no Rudge. Onde está localizada até hoje.

Maio de 2009

Reforma e reinauguração da loja na Senador Vergueiro. O nome muda para ABC Moto Aventura. A partir desse momento a ABC tem uma butique especializada em equipamentos para motociclistas aventureiros. “Meus primos Nilson Magna e Rubão me ajudaram a transformar a pequena Neizão numa loja de verdade.

Novembro de 2011

Entrei no negócio com planos de transformar a ABC numa megaloja de produtos para motociclistas, com oficina multimarcas equipada com ferramentas de última geração. Nosso principal objetivo é atender nossos clientes com os melhores serviços e os melhores produtos.

Principais negócios

Butique Loja especializada em capacetes, jaquetas, calças, luvas, botas e acessórios para motociclistas e motocicletas.

Oficina Multimarcas

Oficina especializada em motos de todos os estilos: custom, trail, naked e speed: revisão, limpeza de bicos e carburadores, substituição de peças como pastilhas e lonas de freio, velas, cabos, caixa de direção, rolamentos de roda etc..

Troca de óleo

Espaço reservado para troca de óleo e filtro.

Lava-moto

Boxe para lavagem, com água quente e produtos de limpeza que não atacam a motocicleta.

Motoaventuras

Organização de passeios motociclísticos no Brasil e no mundo.

 

Loja Virtual ABC Moto Aventura>> usa Magento no seu E-commerce

 

E-mail marketing e o SEO (Search Engine Optimization) continuam sendo considerados os canais mais importantes por varejistas da web, de acordo com um levantamento divulgado pela Multichannel Merchant, em junho de 2012. Os entrevistados concederam ao e-mail uma classificação média de 8,42 (em uma escala de 10, sendo 10 a mais valiosa), acima dos 8,32 registrados no ano anterior. A otimização para os motores de busca vem em seguida, sendo avaliada em 7,78, também superando a nota atribuída no ano passado (7,62). Links patrocinados (6,57), mídia social (6,18) e anúncios em display (5,1) completam a lista dos cinco canais mais importantes. Entretanto, os links patrocinados e as estratégias voltadas para consumidores que abandonaram carrinhos de compras apresentaram o maior crescimento em importância, enquanto o marketing de afiliados e o direcionamento de tráfego off-line para a web foram considerados menos úteis nesta edição da pesquisa.

O nível de importância atribuído ao e-mail e ao SEO também foi constatado em um estudo global da Econsultancy e Adestra, o qual revelou que os varejistas consideram estes dois canais como os mais eficazes em termos de ROI.

Tráfego é a principal métrica para SEO e SEM

A conversão de vendas deixou de ser a principal métrica utilizada entre os comerciantes para mensurar suas campanhas de SEO e SEM (Search Engine Marketing). Neste ano, 86,1% disseram que estão avaliando seu trabalho através do tráfego, o que representa um aumento de 23% em relação aos 70,2% verificados no ano anterior, enquanto a métrica baseada na conversão de vendas caiu de 80,2% para 77,4%.

Quando se trata de melhorar a classificação em motores de busca, a maioria dos entrevistados (62,6%) continua aprimorando as páginas de produtos, embora o uso dessa tática tenha diminuído 11% quando comparado ao ano anterior. Blogs e links são a segunda forma mais utilizada para melhorar o posicionamento, mas também perdeu popularidade em relação a 2011 (61,3% vs 58,3%).

Outros dados:

Entre os principais aspectos monitorados pelo varejistas, as taxas de conversão das campanhas de SEO e SEM lideraram pelo segundo ano consecutivo (79%), seguido pelo valor médio dos pedidos – tíquete médio (70,3%) e o ROI (57,7%).

O montante investido em SEM representa atualmente  23,5% do orçamento de marketing das empresas de e-commerce, aumentando em 5,59% no ano a ano.

Fonte: ecommercenews

Antigamente o diferencial no e-commerce estava muito centrado na plataforma de e-commerce que a bem da verdade continua a ser um dos pilares para o sucesso no comércio eletrônico, mas o que vemos atualmente é a disputa ser direcionada para outras áreas. A diferença tecnológica entre as plataformas de e-commerce era muito grande há alguns anos, mas, hoje em dia, todas as plataformas compartilham praticamente os mesmos recursos, sejam elas Open Source, SaaS ou Built. As lojas virtuais atualmente não são tão diferentes assim.

Essa democratização da tecnologia facilitou em muito o acesso dos novos empreendedores ao mundo do varejo eletrônico e deslocou o foco do diferencial no e-commerce para outras áreas como, por exemplo, o marketing digital.

Com o problema da tecnologia das plataformas de e-commerce resolvido, o grande diferencial no e-commerce atualmente está justamente na divulgação da loja virtual. Obviamente, os diferenciais estratégicos como preço e logística continuam pesando em um projeto de e-commerce, mas a questão do marketing digital está cada vez mais em evidência. Em nosso curso sobre criação de loja virtuais tenho chamado atenção para a alocação adequada de recursos nesta área porque é ai que está a verdadeira batalha do e-commerce moderno.

O momento atual do comércio eletrônico é fundamental ter uma boa estratégia de marketing para que se tenha sucesso com uma loja virtual. O trabalho de divulgação que antigamente se restringia a colocação de banners em sites de grande tráfego, atualmente requer muito planejamento e acima de tudo um controle muito grande.

Links patrocinados, redes sociais, remarketing e Facebook Ads são apenas alguns dos recursos disponíveis atualmente para a promoção de uma loja virtual e é justamente nessa área que o diferencial no e-commerce vem se situando hoje em dia. A diversidade de canais para a divulgação da loja, ao mesmo tempo que, favorece esse tipo de ação, complica bastante o meio campo em função dos controles necessários para desempenhar essa função de maneira eficiente.

Mais curioso que ver o redirecionamento do diferencial do e-commerce para o marketing digital é reparar que o próprio marketing mudou. Nos primórdios do e-commerce tratava-se apenas de fazer a propaganda do endereço do site e dos produtos através de banners e links patrocinados. Hoje em dia, esse marketing digital está muito mais voltado para a área do relacionamento do que da exposição pura e simples.

O marketing para e-commerce atualmente passa pela criação de blogs das lojas virtuais e interação nas redes sociais. É um marketing muito mais voltado para a assistência do consumidor do que pela pura e simples exposição de produtos e ofertas. É um marketing mais humano e personalizado.

Por isso, ao elaborar seu projeto de e-commerce fique atento a essa abordagem do negócio. O diferencial no e-commerce moderno se faz na área do marketing e atendimento e não apenas na plataforma de e-commerce empregada.

Fonte: blogdoecommerce

Se existe um único consenso entre consultores, agências e o próprio Google é que a receita de sucesso com SEO é “produza conteúdo de qualidade”. Claro que não podemos nos esquecer da parte de tecnologia e reputação – SEO simplesmente não funciona sem um desses três pilares, mas conteúdo é o centro, o coração, da estratégia. Já existe até uma frase que ilustra bem a importância de conteúdo para SEO: “Conteúdo é Rei”. Se eu tivesse recebido um real para cada vez que isso foi dito em artigos e palestras sobre SEO nos últimos anos, estaria, tranquilamente, aposentado aos meus 34 anos de idade.

Não que eu discorde, muito pelo contrário. Sou um dos evangelistas que pregam que sem uma estratégia e um planejamento focados na produção de conteúdo de qualidade, o seu site e, consequentemente, o seu SEO estão fadados ao insucesso.

Meu problema com essa certeira resposta é outro: a completa e absoluta falta de contexto do que exatamente é “conteúdo de qualidade”. O conselho, se é que assim podemos chamá-lo, raramente vem acompanhado das instruções de como eu identifico essa tal “qualidade” para meus usuários. Somos deixados no mais imenso vácuo. Ora, websites têm objetivos diferentes, atendem públicos diferentes, em mercados e nichos diferentes. Podemos assumir com tranquilidade que o que representa conteúdo de qualidade para um site não é necessariamente qualidade para outro, concordam? Para produzirmos algo que realmente possa agregar nossos leitores e consumidores, precisamos conhecê-los, identificar o que procuram e mensurar o sucesso, ou não, do nosso conteúdo.

 

Identificando o alvo

Uma das questões mais desafiadoras é conhecermos nosso público, do que gosta e do que não gosta. Isso porque, nessa era de internet e redes sociais, nossos produtos ficam expostos, queiramos ou não, a todos os tipos de demografias, a qualquer hora do dia ou noite, todos os dias do ano. Minhas sugestões então seriam as seguintes: use e abuse de redes sociais como Facebook e Twitter. Construir fortes comunidades nessas plataformas lhe dará a oportunidade de realizar pesquisas e questionários, um ótimo início para descobrir o que dá certo ou não no seu mercado. Existem inúmeros cases de sucesso sobre consumidores orientando empresas quanto a melhorias em seus produtos e até sugestão de novas linhas. Imagine o que isso pode fazer pelo seu conteúdo. Para complementar, use seu CRM e/ou Web Analytics (se propriamente configurado) para coletar dados de conversão por país, estado, região e cidade. É o começo para entender que linguagem o seu texto precisa ter, quais gírias pode ou não usar, e poder econômico (se for um e-commerce, observe o ticket médio das transações).

 

Demanda de busca orienta otimização

Palavras-chave e demanda de busca não devem, em minha opinião, orientar a produção de conteúdo. Esta deve ser orientada pela estratégia de marketing e produtos de sua empresa, mas devem, sim, auxiliar e orientar a otimizacão do conteúdo a ser produzido. Por exemplo, do que adianta produzir conteúdo sobre TVs de LCD se nos próximos seis meses teremos somente estoque suficiente de TVs de LED para vender? Devemos produzir conteúdo sobre TVs de LED e otimizar o conteúdo pesquisando e identificando como as pessoas buscam quando desejam comprar esse produto. Para identificar os termos mais procurados e a demanda por eles, a melhor ferramenta disponível hoje no mercado, e gratuita, é a Ferramenta de Palavras-Chave do Google Adwords (https://adwords.google.com.br/keywordtool).

 

Mensurando sucesso

Temos duas áreas a ser mensuradas: popularidade e consumo do seu conteúdo. Popularidade, nessa geração de redes sociais, pode-se medir através dos chamados “sinais sociais”, ou seja, se você possui uma página no Facebook, quantas vezes seu conteúdo foi compartilhado e quantas vezes foi curtido são duas métricas relevantes. Se você possui Twitter, quantas vezes foi retuitado é uma métrica importante.
Existe uma segunda “categoria de sinal” que também nos ajuda a entender popularidade: quantos links externos (provenientes de outros sites) apontam para nosso conteúdo. Existem algumas ferramentas que nos ajudam com essa tarefa: Open Site Explorer (www.opensiteexplorer.org), Majestic SEO (www.majesticseo.com) e Ahrefs (http://ahrefs.com/). Mas se você não ainda cadastrou seu site na Ferramenta para Webmasters do Google (http://www.google.com.br/webmasters/), eu começaria por aqui. Nela, além de outros relatórios importantes, você vai encontrar o de links externos.
Já para medir o consumo do conteúdo eu sugiro usar o seu programa de Web Analytics. As métricas mais interessantes são tempo de página e taxa de rejeição. Para essas duas métricas, antes de concluirmos que um alto tempo de página é um sinal positivo ou que uma alta taxa de rejeição é algo negativo, é preciso definir o objetivo da página e seu conteúdo. Por exemplo, uma alta taxa de rejeição em uma página onde o conteúdo é apenas um número de telefone para contato é esperada. De novo, temos que colocar o conteúdo, e suas métricas de sucesso, no contexto certo para entendermos o que representa qualidade.
Com esses três passos, acredito estarmos mais preparados para produzir algo que realmente atenda às necessidades dos nossos usuários e que realmente converta, independentemente da meta de sucesso que seu site possua. Porque conteúdo de qualidade é sim a chave do sucesso para o seu SEO.

Fonte: imasters

 

 

As startups mais admiradas dos dias de hoje – os Facebooks, Googles e LinkedIns do mundo – são empresas globais que começaram em mercados locais. Vejamos o Facebook como exemplo. O Zuckerberg começou o Facebook em um nível bastante local, testando o conceito original na Universidade de Harvard. Com o tempo, o Facebook cresceu nacionalmente, e depois globalmente. Hoje, a rede social tem mais de 800 milhões de usuários ativos, dos quais mais de 75% vivem fora dos EUA.

Reid Hoffman, Membro do Conselho global da Endeavor, fundador e presidente do LinkedIn, falou sobre a importância de “Começar pequeno, mas sonhar grande” no Endeavor Entrepreneur Summit de 2011.

“É claro que você pode mirar em um alvo maior, porque você pode acabar com algo menor de qualquer forma. E parte da razão de isso ser uma regra no empreendedorismo é porque se você não começar mirando alto, quase nunca vai conseguir chegar lá. Tem que ser assim: ‘Como posso ter um impacto global?’. Eu acho que todas as empresas de alto impacto devem pensar em escala global por natureza hoje em dia, por causa da forma como o ecossistema do mercado funciona. Aí você pensa ‘OK, como eu posso entrar

nesse jogo?’. Um dos maiores desafios é como construir algo muito forte com o foco local e então partir para o jogo global. Por exemplo, nós lançamos o LinkedIn com 13 países na lista, e acho que completamos todos os países em 4 meses, porque para cada pessoa que reclamava que seu país não estava na lista, nós o adicionávamos.”

Uma pesquisa do Endeavor’s Center for High-Impact Entrepreneurship mostra que a maioria dos empreendedores de sucesso começou localmente, mas planejou em escala global.

Entre os melhores empreendedores entrevistados – aqueles cujas empresas cresceram em média 20% ou mais nos últimos três anos – 74% focaram em ter sucesso localmente no começo, para conseguirem aperfeiçoar os aspectos mais fundamentais dos seus modelos de negócios. Mas aspiravam tornar suas empresas globais e desenharam seus negócios de uma forma que fosse possível expandir globalmente no futuro.

Quando a Empreendedora Endeavor colombiana Lilian Simbaqueba fundou a LiSim em 1996, ela sabia que teria de expandir sua empresa além das fronteiras da Colômbia para ter alto impacto.

No começo, a LiSim tinha muitas oportunidades de negócios na Colômbia, então Lilian decidiu focar primeiro em construir um negócio que fosse muito forte no mercado local. Quando a crise financeira atingiu a Colômbia, no entanto, os riscos para o core business da LiSim aumentaram substancialmente. Lilian decidiu que era hora de fazer uma expansão internacional. Um dos clientes da LiSim era um banco no Equador – o que criou um link natural para o novo mercado. Depois do Equador, a expansão geográfica continuou, na maioria dos casos puxada por clientes e contatos que já existiam. A ACCION International levou a LiSim ao Peru e à Bolívia, e o Banco Mundial a levou para o Egito e África do Sul. Por todo o processo de expansão, Lilian teve de fazer pequenos ajustes no modelo de negócios, mas o modelo original do core business que ela aperfeiçoou na Colômbia permaneceu o mesmo. Hoje, a LiSim opera em 20 países.

Fonte: endeavor

A E-Commerce Group SA (EG) reuniu seus colaboradores em um workshop comercial, na quarta-feira (16), em Porto Alegre. O encontro foi conduzido pelo diretor comercial da EG, José Carlos Terburg (Jc), que falou sobre respeito, valores e fluxo de comunicação para obtenção de resultados.

 
 
JC (à esq.) falou sobre a relação com os clientes (Foto: Comunicação EG)
 
Segundo ele, as diferenças culturais e sociais não podem influenciar a relação de respeito entre as pessoas. “Não há como construir um ciclo virtuoso sem a relação entre as áreas. É fundamental a compreensão de valor entre as pessoas para um relacionamento respeitoso e produtivo”, destaca o diretor.
 
É cada vez mais frequente em locais de trabalho a mescla de culturas e experiências. Essa diversidade traz novas ideias e mais dinâmica às empresas. Visões diferentes, geralmente, acarretam um melhor resultado e estimulam as pessoas a dar mais unidade na exposição de ideias. 
 
 
Colaboradores participaram atentamente do workshop (Foto: Comunicação EG)
 
Para Jc, a comunicação é a ferramenta chave para o conhecimento e determinação de foco e respeito na relação empresa e cliente.  “A comunicação encurta, agiliza, soma e resolve objetivos. Para isso, deve-se traçar caminhos ágeis, com base na comunicação e no respeito, focando no resultado”, finaliza.
 
 
 
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Na última quarta-feira (09) a E-Commerce Group SA [EG] realizou em seu escritório, na cidade de Porto Alegre, um workshop sobre Magento direcionado às equipes de design e frontend. De forma descontraída, porém muito técnica, o encontro foi conduzido pelo líder da equipe de codificação de interfaces da EG, Luiz Fernando de Souza Filho. “O objetivo do workshop foi fazer com que o pessoal de design entenda melhor o poder do Magento, conhecendo suas funcionalidades e, para o pessoal de frontend, que já trabalha com isso, melhorar a percepção sobre a ferramenta”, comenta o técnico.

Luiz Fernando explora algumas funcionalidades do Magento (Foto: Comunicação EG)

Segundo ele, a plataforma do Magento é muito eficiente. “Conhecer tecnicamente suas possibilidades é importante para saber onde explorar os melhores gatilhos, desde a concepção do design até a codificação da interface de uma plataforma de e-commerce”.
 
 
As equipes de design e frontend puderam entender melhor a plataforma (Foto: Comunicação EG)
 
O Magento é um sistema de e-commerce, desenvolvido pela Varien, que está sendo cada vez mais utilizado no desenvolvimento de lojas virtuais por sua variada lista de características e possibilidades de programação. Com código livre e robusto, a plataforma oferece um ambiente estável e flexível para personalizar o website de acordo com as necessidades comerciais de cada cliente. Sua arquitetura habilita o usuário a manter controle sobre a estrutura e funcionalidade do website.
 
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Existem dois grupos de consumidores bem diferenciados quando o assunto é decisão de compra. Um deles se refere aos que sabem onde e o que irão comprar, que vão direto ao ponto e que não têm ou não querem perder muito tempo estudando opções. Esses já conhecem o produto e seus benefícios, não necessitando de muito convencimento. Assim, para eles, tanto faz adquirir um produto num lugar ou noutro.

Por outro lado, e é aí que entra o interesse do merchandising, estão os que gostam de ser “seduzidos”, sabem que querem comprar algo e têm alguma idea, porém para eles é mais importante a experiência de compra, sentir-se realmente satisfeito com ela. Claro que esse grupo se importa com a qualidade do que irão comprar, mas também com o caminho que irão seguir para fazê-lo.

O fato de construir momentos de prazer em pontos de venda físicos e o fazer com que os clientes se sintam “nas nuvens” é objetivo primordial para as empresas que estão em sintonia com as tendências que apontam ao design de experiência de compra. A interação com um ambiente agradável, o desfrutar do processo de compra e uma atenção excelente, resultarão em satisfação e fidelização destes clientes.

Mas, e o que acontece quando uma empresa assume o desafio de transportar esta mesma experiência ao virtual? As possibilidades de ser criativo no plano digital deveriam se ajustar as características próprias desse meio e os objetivos deveriam se focar em fazer o cliente sentir-se “nas nuvens”, dando outro enfoque à expressão metafórica e aterrizando-os realmente nas demandas dos clientes que preferem realizar sua compra online numa loja virtual.

Muito se fala sobre redes sociais, otimização de sites, estética da web, ferramentas que já estão em voga e a cada dia surgem mais canais com mais funcionalidades. A estratégia então para empresas de E-commerce poderia se focar, mais do que em abarcar tudo, em utilizar os recursos de maneira estratégica e com sentido personalizado para cada cliente ou empresa.

Se o que se busca é propiciar a interação e a atmosfera 2.0, além de contar com todos os canais possíveis, o interessante é os utilizar na medida justa e inteligente conforme a necessidade de cada cliente. Não se trata da “interação pela interação”, senão de utilizar os canais corretos, da maneira correta e no momento adequado, visando à pertinência mais do que a presença. E isto somente se consegue conhecendo o nosso público.

Em todo caso, a estratégia parece apontar a uma “experiência de marca” e fomentar a “experiência do usuário”. Dessa forma é necessário levar em consideração estas estratégias visando a uma interação bem proposta e canalizada  como um valor prioritário, nestes tempos em que o cliente não só sempre tem razão, como agora também a última palavra.

Fonte: ecbloguer

 

 

A companhia global MasterCard acaba de entrar nos negócios de “carteiras digitais”. A nova oferta, chamada de PayPass Wallet Services, será conduzida por meio de seu sistema de ponto-de-venda PayPass, com aproximadamente 500 mil pontos ao redor do mundo, onde consumidores podem recorrer a um cartão ou celular com Comunicação de Campo Próximo (NFC, em inglês) para realizar uma compra. A empresa também permitirá que terceiros criem sistemas de pagamentos com suas próprias marcas.

O método foi anunciado durante um evento na segunda-feira em New Orleans, noite anterior ao começo da apresentação do CTIA Wireless. No principal discurso, que aconteceu na manhã de terça-feira, a companhia também revelou uma parceria com a Intel para ajudar os fabricantes de PC a construírem um hardware de “toque-e-pague” para ultrabooks.
 
Para usar o chamado PayPass Wallet, os clientes irão se inscrever e fornecer informações para 25 cartões de crédito, incluindo outras marcas que não a MasterCard, além de informações de envio. Ao realizar uma compra online ou via celular, eles poderão escolher um cartão e um destinatário além daqueles selecionados anteriormente.
 
Quando forem comprar pela web ou via fone, os usuários irão tocar o logo do PayPass Wallet Services e será solicitada uma senha única. Uma vez digitada, irão escolher um cartão e um local de envio e clicar para completar a transação; usando um telefone equipado com NFC em um terminal de loja, eles também terão que passar pelo “carrossel” de seleções, mas irão escolher um cartão da sua lista para ser usado com o sistema de “toque-e-pague” do PayPass.
 
O que mantém a processo da MasterCard diferente dos outros sistemas de “carteiras digitais” anunciados pela Visa, Google, PayPal e outras é como a companhia está abrindo sua plataforma para terceiros, disse o analista da Gartner, Mark Hung. Bancos e outros parceiros poderão adotar o PayPass Wallet Services de dois jeitos diferentes: usar o serviço próprio da MasterCard, sob sua própria marca, ou simplesmente usar a interface do programa de aplicação (API, em inglês) da empresa para construir sua própria plataforma. O único sinal da MasterCard em ofertas de parceiros será o logotipo da empresa, localizado junto ao logo do PayPass Wallet.
 
A oferta “V.Me” da Visa, anunciada ano passado, também possui extensão de compras online, móvel e em lojas, mas a empresa está “abraçando sua oferta junto ao peito” mais do que a MasterCard, disse Hung. Isso significa que os consumidores terão mais oportunidades de oferta ao ingressarem no PayPass Wallet, ele completou. E em comparação com o PayPal, que está se aproximando das lojas físicas a partir do online e móvel construindo lentamente sua rede de venda de dispositivos, a MasterCard possui uma vantagem na parte mais difícil da equação, concluiu.
 
Fonte:idgnow

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