21 de May de 2013
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As startups mais admiradas dos dias de hoje – os Facebooks, Googles e LinkedIns do mundo – são empresas globais que começaram em mercados locais. Vejamos o Facebook como exemplo. O Zuckerberg começou o Facebook em um nível bastante local, testando o conceito original na Universidade de Harvard. Com o tempo, o Facebook cresceu nacionalmente, e depois globalmente. Hoje, a rede social tem mais de 800 milhões de usuários ativos, dos quais mais de 75% vivem fora dos EUA.

Reid Hoffman, Membro do Conselho global da Endeavor, fundador e presidente do LinkedIn, falou sobre a importância de “Começar pequeno, mas sonhar grande” no Endeavor Entrepreneur Summit de 2011.

“É claro que você pode mirar em um alvo maior, porque você pode acabar com algo menor de qualquer forma. E parte da razão de isso ser uma regra no empreendedorismo é porque se você não começar mirando alto, quase nunca vai conseguir chegar lá. Tem que ser assim: ‘Como posso ter um impacto global?’. Eu acho que todas as empresas de alto impacto devem pensar em escala global por natureza hoje em dia, por causa da forma como o ecossistema do mercado funciona. Aí você pensa ‘OK, como eu posso entrar

nesse jogo?’. Um dos maiores desafios é como construir algo muito forte com o foco local e então partir para o jogo global. Por exemplo, nós lançamos o LinkedIn com 13 países na lista, e acho que completamos todos os países em 4 meses, porque para cada pessoa que reclamava que seu país não estava na lista, nós o adicionávamos.”

Uma pesquisa do Endeavor’s Center for High-Impact Entrepreneurship mostra que a maioria dos empreendedores de sucesso começou localmente, mas planejou em escala global.

Entre os melhores empreendedores entrevistados – aqueles cujas empresas cresceram em média 20% ou mais nos últimos três anos – 74% focaram em ter sucesso localmente no começo, para conseguirem aperfeiçoar os aspectos mais fundamentais dos seus modelos de negócios. Mas aspiravam tornar suas empresas globais e desenharam seus negócios de uma forma que fosse possível expandir globalmente no futuro.

Quando a Empreendedora Endeavor colombiana Lilian Simbaqueba fundou a LiSim em 1996, ela sabia que teria de expandir sua empresa além das fronteiras da Colômbia para ter alto impacto.

No começo, a LiSim tinha muitas oportunidades de negócios na Colômbia, então Lilian decidiu focar primeiro em construir um negócio que fosse muito forte no mercado local. Quando a crise financeira atingiu a Colômbia, no entanto, os riscos para o core business da LiSim aumentaram substancialmente. Lilian decidiu que era hora de fazer uma expansão internacional. Um dos clientes da LiSim era um banco no Equador – o que criou um link natural para o novo mercado. Depois do Equador, a expansão geográfica continuou, na maioria dos casos puxada por clientes e contatos que já existiam. A ACCION International levou a LiSim ao Peru e à Bolívia, e o Banco Mundial a levou para o Egito e África do Sul. Por todo o processo de expansão, Lilian teve de fazer pequenos ajustes no modelo de negócios, mas o modelo original do core business que ela aperfeiçoou na Colômbia permaneceu o mesmo. Hoje, a LiSim opera em 20 países.

Fonte: endeavor

Pesquisas mostram que chegou a vez dos pequenos no e-commerce. Com mais vitrines virtuais à disposição, que vão dos sites de compras coletivas ao Facebook, as pequenas empresas ganharam espaço no comércio eletrônico. No primeiro semestre de 2011, elas responderam por 8% do faturamento das vendas on-line, ante 7% em 2009 e 2010, de acordo com a consultoria E-bit. Parece pouco, mas isso significa que o faturamento desses pequenos negócios pode ter chegado a R$ 1,5 bilhão no fechamento do ano, caso o comércio eletrônico como um todo tenha faturado os R$ 18,7 bilhões previstos pela E-bit.

— Neste ano, a expectativa é que, no mínimo, essa participação das pequenas empresas se mantenha — diz Cris Rother, diretora da E-bit.
 
Milhares de pequenos negócios entram na rede a cada ano. A projeção da consultoria E-Consulting Corp é que o número de pequenas empresas no mercado brasileiro cresça a uma taxa de 15% ao ano em três anos.
 
— Os pequenos crescem com serviços e produtos personalizados, pois os produtos padronizados são dominados por grandes varejistas — diz Daniel Domeneghetti, da E-Consulting.
 
Eduardo L’Hotellier criou o portal GetNinjas em outubro, para promover a compra e a venda de serviços. O site já chegou à marca de dois mil ofertantes cadastrados (dobrou em 15 dias) e quer fechar o ano com 100 mil. Nele, há desde serviços de consertos domésticos até a criação de logotipos, por valores que vão de R$ 20 a R$ 6 mil.

Os sites de compras coletivas também auxiliam as pequenas. Segundo a E-bit, eles concentram 6,5 milhões de usuários, entre os 32 milhões do e-commerce brasileiro. No Peixe Urbano, cerca de 75% dos ofertantes são de pequenas ou médias empresas. De olho nesse mercado, a Negócios Urbanos montou site de compra coletiva em que todos os compradores e 90% dos vendedores são pequenos.

Moda e produtos ligados a design em expansão
 
O comércio eletrônico de moda e produtos ligados a design também tem atraído muitos pequenos empreendedores para a rede. Entre os cinco primeiros ramos de atividade das lojas cadastradas na plataforma de lojas virtuais MercadShops, três têm a ver com esses setores: decoração, vestuário e calçados e beleza. O portal, aliás, completou um ano em janeiro e já conta com mais de 23 mil vendedores brasileiros cadastrados, entre os 36 mil da América Latina.
 
E os sites de moda têm muito a crescer no Brasil. A loja virtual de calçados e acessórios femininos olook é um exemplo. Lançado em 12 de dezembro, o site já tem mais de mil produtos vendidos e 400 clientes cadastrados.
 
— No Brasil, a participação dos artigos de moda no comércio eletrônico é pequena, entre 2% e 4%, muito abaixo dos 20% de mercados maduros, como França e Alemanha — afirma André Beisert, sócio da olook, que almeja ter um milhão de pessoas cadastradas.
 
De olho nesse mercado, o empresário Thiago Santos e outros dois sócios fundaram a E2E no início do ano. A empresa fornece a infraestrutura de comércio eletrônico para lojas de moda já existentes, desde o serviço de logística até a plataforma de transações eletrônicas:
 
— Estamos com dois projetos em curso. Até o fim do ano devemos atender 30 clientes e movimentar R$ 20 milhões/ano.
 
As redes sociais também entraram na estratégia de Ludmilla Mancilha como uma forma de fechar as vendas dos biscoitos e compotas decoradas de sua empresa, a Milla Mancilha. Hoje, cerca de 70% de suas vendas são fechadas pela internet, por meio do Facebook ou do site. O boca a boca virtual, diz, já levou seus produtos até para a Suíça.
 
— Pelo site, atendemos clientes aqui em São Paulo e também para o Rio — afirma.
 
Novas tecnologias vão baratear custos para os pequenos no e-commerce
 
O segmento de B2B (negócios para negócios, na sigla em inglês) tem trazido muitas pequenas empresas para o e-commerce, ainda que muitas vezes por imposição do comprador, diz o coordenador de Tecnologia da Informação da FGV, Alberto Luiz Albertin. No B2C (vendas para o consumidor), segundo ele, o que tem impulsionado os negócios é o amadurecimento dos clientes.
 
Para Carlos Curioni, sócio do portal de comércio de artesanatos Elo7, que reúne 70 mil artesãos, o aumento da confiança do consumidor virtual foi fundamental para a expansão. Em 2011, o portal dobrou as vendas e pretende triplicá-las em 2012.
 
— Mais de 10% da população brasileira já fizeram transações on-line — lembra.
 
A chegada de tecnologias, como computação em nuvem, deve facilitar a entrada de pequenos e baratear os custos, para Paulo Roberto Feldman, presidente do Conselho das Pequenas e Micro Empresas da Fecomércio-SP.
 
Tudo indica que com o crescimento de usuários e novas tecnologias este ano será mesmo dos pequenos no e-commerce.

Fonte: empreendedoronline

Uma das características de um empreendedor é descobrir um sentido profundo em postulados simples e fazer disso uma diretriz para o sucesso. Foi isso que fizeram diversos empreendedores do setor de tecnologia que de uma forma ou de outra mudaram nosso jeito de viver. veja algumas dessas lições de sucesso de 17 empreendedores bem sucedidos no mundo digital.

Steve Jobs, ex-CEO e cofundador da Apple – “Estou convencido de que praticamente metade do que separa empreendimentos bem sucedidos dos quem não têm sucesso é pura perseverança”.
 
Max Levchin, ex-diretor-executivo de tecnologia (CTO) do PayPal – “A 1ª companhia que eu criei fracassou com um grande estrondo. A 2ª teve um fracasso um pouco menor, mas ainda fracassou. A 3ª, sabe como é, falhou de uma forma honesta, mas foi tudo bem. Me recuperei rápido. A 4ª quase não fracassou. Ainda não foi ótimo, mas foi OK. A número cinco foi o PayPal.”
 
Reid Hoffmann, fundador do LinkedIn – “Você se joga do alto de um penhasco e constrói um avião durante a queda”.
 
Caterina Fake, cofundadora do Flickr – “Frequentemente as pessoas trabalham muito duro na coisa errada. Trabalhar na coisa certa é provavelmente mais importante do que trabalhar duro”.
 
Pete Cashmore, fundador do Mashable – “Estamos competindo na verdade contra nós mesmos. Não temos o menor controle sobre o desempenho de outras pessoas.”
 
Jason Calacanis, fundador e CEO do Mahalo.com – “Não existe sorte, você trabalha dura e estuda as coisas intencionalmente. Se você fizer isso por bastante tempo e com afinco suficiente, você será bem sucedido”.
 
Evan Williams, cofundador do Twitter – “Seja um usuário do seu próprio produto. Faça-o melhor baseado em seus próprios desejos. Mas não se engane achando que você representa seu tipo de usuário”.
 
Mark Pincus, fundador da Zynga – “Não ter um objetivo claro leva à morte por causa de milhares de compromissos”.
 
Mike Maples, sócio do Floodgate – “Não é o empresário que falhou. É o empreendimento que fracassou. Na vida, você ganha algumas vezes e perde outras. O segredo é fracassar agressivamente. E não deixar que ninguém leve isso para o lado pessoal. Não deixe ressentimentos no campo de batalha. Nem tudo vai dar certo na vida”.
 
Matt Cutts, do Google – “Há alguns me senti como se estivesse preso em uma cabana, então decidi seguir os passos do grande filósofo norte-americano Morgan Spurlock, e tentar algo novo por 30 dias. Na verdade a ideia é bem simples. Pense em algo que você sempre quis ter na vida e tenta chegar lá por 30 dias. No fim, acaba que 30 dias é mais ou menos o tempo necessário para acrescentar ou eliminar um hábito – como assistir o jornal – da sua vida”.
 
Dennis Crowley, cofundador do Foursquare – ‘Se há algo que você quer construir, mas não há tecnologia para isso ainda, então encontre a forma mais próxima possível de chegar lá”.
 
Tony Hsieh, cofundador do Zappos – “Não se ache. Não seja espertinho. Sempre existe alguém melhor do que você”.
 
Fred Wilson, cofundador do Union Square Venture – “Mercados vêm e vão. Bons negócios não”.
 
Paul Graham, cofundador do Y Combinator – “Tocar uma start-up é como levar um soco na cara repetidamente, mas trabalhar numa grande empresa é como passar por um afogamento simulado”.
 
Marc Benioff, cofundador do Salesforce – “O segredo para uma contratação bem sucedida é: procure pelas pessoas que querem mudar o mundo”.
 
Jack Dorsey, cofundador do Twitter e do Square – “‘Espere o inesperado, e sempre que possível seja você o próprio inesperado’. Essas palavras são do livro Cruddy, de Lynda Barry. Eu as trago comigo já há algum tempo. Há muita coisa em minha vida que eu não estava esperando. Uma delas é perceber que eu subi neste púlpito e proferi o discurso na minha própria graduação… 15 anos atrás. Inesperadamente, estou velho.”

Fonte: empreendedoronline

Um estudo mostra que entre 60% a 70% do carrinhos de compras são abandonados pelos clientes, o que acaba se tornando um desafio para os varejistas: fazer com que os consumidores finalizem as transações. Para descobrir o motivo e oferecer soluções para as vendas, a Bronto Software analisou as etapas entre “encher um carrinho”; abandoná-lo e receber mensagens de recuperação de carrinhos (retargeting)  para cem varejistas da web.

 
Apenas 13% das empresas inclusas no estudo enviam algum tipo de mensagem após os clientes abandonarem seus carrinhos, mesmo havendo uma pesquisa mostrando que em torno de 20% dos compradores retornam à sua transação após receber tais mensagens.
 
Entre os varejistas que realizam esta ação, o primeiro envio ocorreu em média 30 horas após o abandono do carrinho, sendo o mais rápido em 45 minutos e o mais tardio em três dias. O fato de os clientes já estarem envolvidos com o produto, faz com que muitas vezes não seja necessário mais que um lembrete (e-mail) para incentivá-los a concluir a compra.
 
É possível aumentar a probabilidade dos compradores retornarem aos carrinhos alertando-os que o carrinho vai expirar, ou até mesmo promovendo algum desconto. No entanto, apenas 23% dos e-mails de acompanhamento mencionam a validade do carrinho de compras, e apenas 8% indicam a disponibilidade dos itens. Uma foto do produto é mostrada em 54% das mensagens, mas apenas 31% inclui o preço, que é o fator essencial caso haja essa concessão de desconto.
 
Dentre os e-mails enviados após o abandono, 15% sugerem itens relacionados ao cliente baseados nos produtos adicionados ao carrinho. A opção de finalizar um pedido por telefone foi oferecida em 62% dos casos. Apenas 5% dos varejistas enviam um segundo e-mail de acompanhamento e somente 1 em cada 100 comerciantes enviam um terceiro e-mail.
 
Ser flexível com os preços pode ajudar a desestimular o abandono. Apenas 64% dos varejistas do e-commerce forneciam informações sobre transporte (frete) no carrinho de compras, fato que poderia vir a influenciar um comprador que ainda esteja em dúvida. Na média, os comerciantes aguardam até a 3ª página do processo de compra para levantar essa questão. Houve um dos varejistas que incluiu informações sobre frete somente na página nove.
 
O fato de o preço ficar mais caro que o previsto faz com que 36% dos clientes não finalizem a compra, diz a pesquisa. Entretanto 21% dos varejistas não permitem que os compradores alterem a quantidade de itens no carrinho.
 
Curiosamente, 10% dos empreendedores on-line solicitam que os clientes se cadastrem antes mesmo de comprar, um processo que envolve o preenchimento de dados pessoais (como a criação de uma conta – usuário e senha ) que pode parecer irrelevante ao consumidor. O estudo alerta que isso é um grande empecilho para a transação. O preenchimento desses dados pode redirecionar os clientes para outras páginas e distraí-los de seu objetivo principal (comprar), gerando, assim, um abandono do carrinho.
 
O estudo também mostra que número médio de páginas necessárias para se concluir uma transação foi de  5,6 – variando de 2 a 9 entre os varejistas estudados. Já a informação que mostra o número de passos (páginas) que ainda faltam para a conclusão da compra não esteve presente em 5% dos casos.
 
Fonte: ecommercenews
 

A explosão das mídias sociais e as possibilidades de negócios que ela traz são hoje grande foco de atenção dos empresários e empreendedores. Se bem utilizadas, as ferramentas de marketing do Facebook podem alavancar negócios em lojas virtuais. Mas para utilizar bem as mídias sociais, é importante primeiro entendê-la do ponto de vista de negócios. As redes sociais são o que chamamos de Canais de Relacionamento e, embora possam gerar vendas, não são canais de vendas. Isso em termos práticos indica que a sua forma de usar este canal precisa ser diferente da forma pela qual você faz um anúncio em um canal de vendas.

O “tom” da conversa/campanha de mídias sociais é fundamental para o sucesso do negócio. Este “tom” precisa ser mais parecido com aquele que você usaria se fosse a um encontro com o seu consumidor. As ações de marketing nas redes sociais por sua vez precisam incorporar este “tom” além de serem criativas e visualmente bem trabalhadas. Não há receita pronta de bolo, o seu marketing depende do seu público e do seu negócio. Cada loja virtual apresenta características tão específicas que as ações de marketing devem ser adequadas a cada uma.

No entanto, hoje em dia, não dá para não estar nas redes sociais. Por isso, uma boa forma de começar a promover o seu e-commerce no Facebook é abrir uma Fanpage e desenvolver um projeto editorial que possa fidelizar o seu consumidor. A Fanpage possibilita a construção de um mailing de pessoas interessadas no seu produto/serviço. Depois, usando a sua página, o ideal é fazer seu marketing com inovação e interação, lembrando que não adianta fazer uma ação única, é preciso que sua página seja ativada continuamente, para que possa aumentar o número de fãs e, consequentemente, a visibilidade de suas ações. O Facebook oferece boas ferramentas para um trabalho de relacionamento e foca no desenvolvimento de soluções que tragam mais resultados de negócios para as empresas.

Um bom exemplo disso, são as ferramentas de marketing anunciadas durante a Facebook Marketing Conference no início de março. As novas ferramentas prometem aumentar negócios corporativos. Estamos falando da Linha do Tempo, que melhora a visualização de eventos, aplicativos e fotos, do Gerador de Alcance, que potencializa o alcance aos fãs, e do Facebook Premium, ferramenta para proporcionar mais engajamento e melhor fixação de patrocínios feitos nas barras do canto direito do que anteriormente.

Para quem já possui Fanpage, a Linha do Tempo é uma mudança obrigatória até o dia 30 de março. A empresa deve alterar sua página, caso contrário, o Facebook fará as mudanças automaticamente e, o resultado pode não estar de acordo com as necessidades do negócio. Por isso, se já tem uma Fanpage, aqui estão algumas sugestões. O layout da Linha do Tempo inclui a foto de capa, com uma foto menor (ou logo) no canto inferior esquerdo. A foto de capa é um espaço para expressar a identidade da marca, não um local para divulga r contato ou informações de compra. A barra de Linha do Tempo corre pela parte direita da página. Fotos, eventos e aplicativos serão mais facilmente encontrados logo abaixo da foto de capa.

Já o Gerador de Alcance é uma ferramenta que vai interessar mais aos anunciantes da rede, ou seja, para o marketing de mídias sociais. Segundo o Facebook, garante o alcance 75% dos seus fãs todos os meses e aproximadamente 50% deles toda semana. De acordo com a equipe, normalmente, um post de uma marca só alcança 16% dos fãs. Com esta ferramenta, os fãs passam a ver uma mensagem como uma história patrocinada do lado direito de sua página, em seus históricos recentes em desktop ou plataformas móveis.

A terceira novidade é o Facebook Premium, que permite às marcas posicionarem anúncios patrocinados em locais impactantes. De acordo com o Facebook, os anúncios Premium e as histórias patrocinadas na barra do lado direito engajam 40% mais e fixam 80% mais do que as opções antigas. Para alguém que não está conectado à marca, a história aparecerá como um anúncio na home page. Para um fã da página, a história aparecerá como uma história patrocinada no canto direito e pode também aparecer nas histórias recentes. Para os fãs, além de aparecer nas histórias recentes e na barra do canto direito, o anúncio também pode aparecer no log-out.

Todos estes novos mecanismos já estão disponíveis no Facebook e podem beneficiar os empresários que usam as redes sociais para alavancar seu comércio eletrônico. Se tiver em mente que o objetivo das mídias sociais é disseminar conteúdo e realizar o compartilhamento de opiniões, ideias, experiências e perspectivas, está no caminho certo para criar uma campanhas de sucesso nas mídias sociais.

Fonte: Idgnow

A receita gerada pelo e-commerce no Brasil chegou a 18,7 bilhões de reais em 2011, o que representa um crescimento de 26% em relação ao no anterior, quando o setor movimentou 14,8 bilhões de reais, segundo um estudo apresentado pela e-bit.

O gasto médio por consumidor, ou tíquete médio, marcou 350 reais, abaixo dos 373 reais registrados em 2010. A redução do gasto médio é reflexo do maior número de consumidores da Classe C, que compram em sua maior parte produtos de baixo valor.

No total, mais de 32 milhões de consumidores compraram ao menos uma vez este ano em sites de e-commerce. Destes, 9 milhões realizaram sua primeira compra pela internet, sendo mais da metade (61%) pertencentes à Classe C. O estudo não analisou sites de compras coletivas.

Eletrônicos (15%) e  Informática (12%) foram as categorias com maior número de vendas em 2011, seguido por saúde, beleza e medicamentos (8%) e moda e acessórios, ambos com 7% do volume total.

“A categoria (de moda) era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, disse o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

O e-bit ainda prevê que o e-commerce cresça em 2012 no mesmo patamar de 2011, embora as instabilidades financeiras internacionais possam intervir de forma negativa na evolução deste comércio para o empreendedorismo online. Por outro lado, a redução na taxa básica de juros e incentivos governamentais, como redução de impostos podem ajudar a nivelar esse cenário.

Neste contexto, a expectativa é que o e-commerce movimente 23,4 bilhões de reais em 2012. Somente na primeira metade do ano, são esperados cerca de 10,4 bilhões de reais em vendas, o que representa 45% das vendas anual do setor.

“A base de usuários ainda está aumentando, então a tendência é que a taxa de crescimento leve cerca de 2 anos para se estabilizar em um índice 20% anual”, de acordo a diretora de negócios na e-bit, Cris Rother. “Também é esperada uma baixa no valor do gasto médio em 2012, passando para 340 reais”.

O documento ainda mostra que com mais de 20,49 milhões de pedidos o setor de compra coletiva registrou um faturamento de 1,6 bilhão de reais, enquanto o número de consumidores superou a marca de 10 milhões. “As mulheres são 64% das consumidoras da modalidade. A explicação está no fato de que muitos dos produtos e serviços oferecidos são atrativos ao universo feminino, além disso, a forte presença delas em redes sociais contribui para isso”, afirmou a diretora de negócios.

Por outro lado, as compras realizadas através de aparelhos portáteis (mobile commerce) ainda são tímidas no Brasil, representando menos de 1%. O valor é 4 pontos percentuais a menos que o verificado no Reino Unido, um dos mercados referência para este tipo de e-commerce.

“Não existia nada há dois anos, hoje esse é um canal muito importante para comparação de preços. Os smartphones no Brasil ainda são pouco utilizados. Em 2014 ou 2015 prevemos que ao menos metade da população tenha um celular com acesso a internet e teremos um valor mais representativo das vendas a partir desses aparelhos”, afirmou.

Empresas e empreendedores que investem em marketing comportamental apresentam um melhor desempenho em vendas que aquelas que não o fazem, acrescenta Guasti. “A venda direcionada garante mais resultados para o comerciante. Com base em dados de navegação, ele pode oferecer o produto certo para o consumidor certo”, conta.

Entre fevereiro de 2011 a fevereiro de 2012 houve deflação de 9,75% nos preços das mercadorias ofertadas por sites brasileiros de comércio eletrônico, segundo Índice FIPE Buscapé, que analisa mais de 1,3 milhão de produtos do setor.

 

Fonte:  Ecommercenews

Os empreendedores individuais (EI) da cidade terão auxílio gratuito de especialistas para preencher a Declaração de Imposto de Renda de Pessoas Jurídica. Um mutirão vai esclarecer sobre o documento no centro da cidade de segunda-feira (27) até o dia 10 de março.

A iniciativa é uma parceria do Sebrae em São Paulo com a Federação das Associações Comerciais e a Secretaria Especial do Microempreendedor Individual do município, que esperam cerca de duas mil pessoas no mutirão.O evento será realizado no Largo São Bento, na região central da cidade, escolhido por ser local de grande trânsito de pessoas. “Está próximo das ruas 25 de março e da Santa Ifigênia, que atraem paulistanos e turistas de todas as regiões do país”, afirma o gerente da unidade regional do Sebrae no centro de São Paulo, Nilton de Castro Barbosa.

Uma tenda será instalada no local para abrigar consultores, analistas e agentes de empreendedorismo que realizarão o atendimento. De acordo com Barbosa, a ação deve-se a uma forte demanda dos próprios empreendedores por informações. “São pessoas que muitas vezes nunca fizeram uma declaração de renda na vida e têm dificuldades em obter informações. Vamos ajudá-los nas dúvidas, mas o preenchimento deve ser feito pelo próprio EI”, informa. Além da declaração de IR, os consultores e agentes também ajudarão outros empreendedores a se formalizarem.

Quem se formalizou em 2010 e não entregou declaração no ano passado têm até o final de março deste ano para regularizar a situação fiscal como EI. Quem aderiu ao programa em 2011 pode entregar o documento até o final de maio. Caso não envie as informações, o EI fica sujeito à multa mínima de R$ 50 e pode perder os benefícios da categoria. “Desde a vigência da nova figura jurídica do empreendedor individual, tivemos a formalização de mais de 450 mil pessoas no estado. Esta é uma das maiores provas que simplificar os marcos regulatórios, diminuindo a burocracia, é o melhor caminho para a inclusão produtiva. Afinal são quase meio milhão de trabalhadores que podem empreender, gerar emprego e renda e contribuir para uma economia realmente sustentável”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em São Paulo, Alencar Burti.

Segundo Alencar, algo em torno de 4 milhões de paulistas atuam na informalidade, pouco mais de 1 milhão só na cidade de São Paulo. “Este mutirão no largo São Bento chamará a atenção para este dado e propiciará a formalização rápida, além de orientar os EIs já constituídos a cumprir suas obrigações tributárias”, explica. Alencar avalia que os EI passam por grande amadurecimento. “As dúvidas não são mais sobre as vantagens de se tornar um empreendedor individual, mas sobre a importância de estar em dia com a administração do seu negócio”, conta.

A declaração é apenas informativa e o empreendedor não precisa pagar nenhum tributo. Enquanto não enviar o documento, o EI não consegue obter os carnês de pagamentos mensais deste ano.

Fonte: Revista PEGN

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