22 de May de 2013
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De cada R$ 100 movimentados no comércio eletrônico brasileiro, apenas R$ 20 vão para os caixas das micro e pequenas empresas. Apesar de representarem 98% dos negócios formais no país, elas responderam por menos de 20% dos R$ 14,8 bilhões gerados pelo e-commerce no ano passado. Os dados são da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

Com o objetivo de ajudar os empresários a ingressarem nesse universo, a camara-e.net está promovendo o Ciclo MPE.net, evento sobre economia digital patrocinado pelo Sebrae desde 2003.

“A proposta do ciclo é contribuir para a inclusão digital dos micro e pequenos negócios. A presença dessas empresas no mercado online, seja como fornecedores ou como compradores, é estratégica. Além de abrir novos mercados, pode contribuir para melhorar a competitividade”, afirma o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim.

Neste ano serão realizadas palestras em 20 cidades brasileiras. A expectativa é que em todo país cerca de 5 mil empreendedores participem dos encontros até o fim do ano. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no endereço: http://www.ciclo-mpe.net/programacao2.aspx.

Os encontros orientam e capacitam os donos de micro e pequenas empresas para as diversas formas de participação na economia digital. Desde 2003, mais de 40 mil empresários participaram do ciclo de palestras. O objetivo é ajudá-los a aproveitar as oportunidades online.

“Geralmente a micro e pequena empresa atende a um bairro ou no máximo uma cidade. Vendendo pela internet, ela passa a abranger um público maior. Temos no Brasil 27 milhões de consumidores que compram pela internet e são possíveis compradores de seus produtos. Mas a entrada na internet é uma decisão mais estratégica do que financeira”, afirma o consultor da Câmara, Gerson Rolim.

A dica para os donos de pequenos negócios é focar em um nicho específico e se especializar, alerta Gerson, uma vez que na internet elas estarão competindo com empresas de médio e grande porte. As oportunidades de negócios para pequenas empresas no e-commerce são muitas. “A internet permite comparar preços e geralmente as grandes conseguem negociar valores mais baixos. É difícil competir com o grande varejista. Para a micro e pequena empresa, o melhor é se especializar, focar em um determinado produto”, afirma.

O Ciclo MPE.net é realizado no país desde 2003 e conta com palestras ministradas pelas empresas líderes da economia digital sobre soluções de pagamento online, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação.

Fonte: empreendedoronline

 

Está enganado quem pensa que os problemas da Apple com as baterias dos seus aparelhos surgiu agora, com o novo iPhone 4S, que padece de um consumo voraz de energia ainda sem solução. A empresa anunciou este fim de semana um recall da primeira geração do iPod nano, que chegou às lojas há seis anos, por um problema de superaquecimento que pode até levá-lo a pegar fogo. Se você possui um desses iPods, é possível que você ganhe um novo aparelho da companhia:

“A Apple chegou à conclusão que, em casos muito raros, a bateria no iPod nano (1ª geração) pode sobreaquecer e se tornar um risco à segurança. Os iPods nano afetados foram vendido entre setembro de 2005 e dezembro de 2006″, escreveu a empresa em sua página oficial. “O problema foi rastreado e descobriu-se que um único fornecedor de baterias as produzia com um defeito de fabricação. A possibilidade de acidente é rara, mas ela aumenta à medida em que a bateria vai se tornando obsoleta.”
 
Usuários de 20 países (América do Norte, alguns da Europa, Japão e Austrália) podem solicitar o novo aparelho pela internet. Já os brasileiros precisam solicitar a troca em uma assistência técnica autorizada da Apple.
“Esteja com o seu iPod nano em mãos para a validação do número de série. O número de serie do seu iPod nano será verificado para confirmar se ele é elegível para esse programa”, orientou a Apple. “Você receberá uma unidade de substituição em, aproximadamente, seis semanas após recebermos o seu iPod nano (1ª geração) atual.”
 
O iPod nano da primeira geração é o que a parte frontal em plástico preto ou branco e a traseira em metal prateado. Os modelos posteriores – que não estão em recall – têm as partes frontal e traseira em metal. Mas quem acha que vai trocar um modelo de seis anos atrás por um iPod de última geração ficará decepcionado. Um porta-voz da Apple disse ao site Mashable que os usuários receberão novos iPod nano da primeira geração, com garantia de três meses.
A Apple não informou quantos aparelhos apresentam o problema.
 
 
Fonte : oglobo.globo

 

Um novo estudo realizado pela Kantar Worlpanel sugere que os consumidores brasileiros cada vez mais estão utilizando a internet para comparar preços de produtos e encontraram descontos e promoções.

Ao passo que dados do Closer demonstram que 17% dos brasileiros já realizaram uma compra online, sendo que 35% desses consumidores afirmaram que o baixo preço das mercadorias é um dos motivos de realizarem compras pela internet.

Uma totalidade de 30% dos consumidores online no Brasil afirma que a facilidade de comparar preços através da internet é um dos grandes motivos de finalizarem uma compra, enquanto que 18% dos clientes informam que a vantagem de comprar e receber em casa o produto é o grande diferencial.

O mesmo estudo mostrou que dos 83% brasileiros que nunca realizaram uma compra online, 39% não possui acesso à internet e 27% ainda não se sentem seguros em realizar compras via internet, principalmente por terem de fornecer dados do cartão de crédito.

 

Fonte: E-commerce News

 

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A internet móvel em banda larga ainda engatinha no país, mas tem um elevado potencial de crescimento de usuários e de penetração graças ao “gosto” do brasileiro por ficar conectado, revelam dados de uma pesquisa encomendada pela Acision, empresa internacional especializada no desenvolvimento de serviços e produtos para o setor.

No Brasil, o serviço conta com 8 milhões de usuários e um dos problemas apontados para a expansão do setor é o preço da conexão – considerado elevado por 55% dos entrevistados.

Outro entrave que ainda coloca o país “na infância” da banda larga móvel é a qualidade. Para 75%, a velocidade de acesso e navegação é lenta e 68% dizem que a conexão é instável.

Para o alemão Rafael Steinhauser, diretor do Acision, a melhora na qualidade dos serviços e o consequente avanço no nível de satisfação dos clientes é indispensável para a banda larga móvel ganhar mercado no país.

Steinhauser diz ainda que sem a redução dos preços –mais baratos no exterior– o serviço não ganhará mais usuários em classes de consumo de renda menor.

O executivo avalia, porém, que o potencial do setor no país “é muito grande”. Isso porque, diz, os brasileiros têm grande apreço pela internet, demostrado, por exemplo, pelo fato de o país estar entre os líderes no número de usuários e o tráfego em sites de relacionamento como orkut e twitter.

CONEXÃO DIÁRIA

No Brasil, 51% dos consumidores de banda larga móvel se conectam diariamente –percentual próximo aos 50% da média outros países (EUA, Austrália, Reino Unido, Singapura e outros). O dados foram divulgados na conferência DLD (Digital-Life-Design) Brasil, um braço do World Economic Forum para as discussões da vida digital.

Segundo a pesquisa, porém, a preferência de conexão ainda é por banda larga fixa –77% dos usuários. Outros 30% utilizam modens móveis acoplados aos laptops.

O acesso por meio de telefones celulares corresponde a 16% –a soma dos três supera 100% porque os consumidores podem usar mais de uma meio para se conectar.

No Brasil, porém, a penetração do acesso a vídeos ainda é baixa: 26%, contra 37% nos demais países.

Fonte: Folha Online

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